terça-feira, 16 de setembro de 2014

O Nabo Gigante

Não estou a falar de ninguém que conheça. Embora, verdade seja dita, conheça uns quantos nabos.
O Nabo Gigante é o titulo de um livro, um livro que a minha piolha já ouviu contar umas boas dezenas de vezes, arrisco mesmo dizer que já chegámos à centena... 
Lembrei-me dele porque, hoje de manhã, falámos sobre os livros que a Miss Caracolinhos já estragou. Até à data, estragou um único livro. Acho que é um um bom número, principalmente para ela que vive rodeada deles e que já é a orgulhosa detentora de uma quantidade considerável de livros e livrinhos. (Livrinhos caem naquela categoria de pintar, colar, autocolantes e afins que na minha opinião, completamente elitista, não são bem livros...) 
Embora só tenha estragado um, já rasgou um pouco uma página deste livro (mas, talvez, tal tenha sido mais por força do uso que outra coisa). Nada que fita-cola não resolvesse com relativa facilidade. Ela adora este livro e só porque insiste em virar as páginas para "ler" sozinha - Agora sou eu, mãe!!! - é que estas se dão. É maravilhoso encontrar este tipo de livro que conjuga tudo, uma boa e divertida história com umas ilustrações fantásticas. Sou muito fã do pincel e acho sempre esse tipo de livros os mais bonitos, bastante parcial, confesso... :-)
(Ver aqui)


sábado, 13 de setembro de 2014

Aviso: Mais fotos de flores, cogumelos e abóboras

Nós temos uma casa com jardim. São meia dúzia de metros de relva, com meia dúzia de coisas que plantamos conforme vamos tendo tempo e sempre com mais meia dúzia de dúvidas se estamos a fazer as coisas como deve ser. 
Ler os livros não basta, há que saber e perceber como a natureza funciona e para isso os livros não preparam, dão uma ideia. Nós lemos uns quantos na vã esperança que fosse uma boa solução para a nossa ignorância de anos de vida na cidade com varandas de plantas a morrer à sede. Depois, percebemos que os conselhos da Dona Maria produzem melhores resultados. Por isso, guardámos os livros e quando uma planta começa a definhar vamos ter com ela. 
É verdadeiramente engraçada esta relação que se estabelece com meia dúzia de metros de terra. De tudo lhe chamamos. A maioria das vezes chamo-lhe jardim (nos meus sonhos é) mas também lhe chamamos quintal, terra e, hoje, quando o R se saiu com terreno não consegui evitar dar uma gargalhada. A  medida dos nossos sonhos e a realidade que para nós criamos, vê-se aqui, na terminologia que usamos para meia dúzia de metros de terra. 
Agora, no sentido que a palavra tem, a piolha corre atrás do pai em cima da relva. Somos felizes no jardim-quintal-terra-terreno. 






sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Antes e Depois

Quando era pequena usava muitas vezes roupa que já tinha sido usada pela minha prima V. Apesar de eu ser cinco meses mais velha, ela era maior que eu (em altura, fique a nota que ela não me perdoava de outra forma). Por isso para mim é fácil, e lógico, aceitar a roupa que as minhas amigas e familiares me dão em segunda mão para a minha piolha. Por norma, faço uma triagem e algumas coisas dou, outras são para ela usar e estragar (de joelhos no jardim), outras vão para a sua indumentária habitual mas ainda há aquelas, como esta peça, que vão para reciclar.  
Isto de olhar para uma coisa e imaginar o que se pode fazer com ela para além daquilo que é a sua utilização óbvia, é uma arte que se treina. Esta não foi uma transformação extraordinária ou complicada mas, se fosse há um ano, esta seria uma peça que ia para dar. Aquele verde não combina comigo, nem com ela. Somos muito branquinhas. 

Antes.

Depois

O meu detalhe favorito.


Do meu dia


Banda sonora para hoje...


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Arquivo Pessoa


"Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho. Pesa-me um como a possibilidade de tudo, o outro como a realidade de nada."

http://arquivopessoa.net/textos/2512


Na entrada e no jardim

À esquerda. Manjericos e Physalis.

À direita. Abóboras. 

 No jardim. Tomates. Cidreira. Espinafres selvagens.