quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Arquivo Pessoa


"Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho. Pesa-me um como a possibilidade de tudo, o outro como a realidade de nada."

http://arquivopessoa.net/textos/2512


Na entrada e no jardim

À esquerda. Manjericos e Physalis.

À direita. Abóboras. 

 No jardim. Tomates. Cidreira. Espinafres selvagens.





sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Meu amor é teu

Estou com saudades da minha filha. 
Parvoíce pensam vocês. 
Ela saiu de casa há menos de uma hora e o silêncio da sua ausência (já) é uma nuvem escura por cima da minha cabeça. Agarro-me ao trabalho com todas as forças, faço um chá, olho as árvores a dançarem a música do vento e volto para as minhas folhas e caneta. 
Parvoíce minha. Há dias assim. E ainda bem que assim é.
Viver um amor destes é uma parvoíce tão boa.  


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

One more time!

Mais uma. Como é que é o ditado? Não há duas sem três?... 
Gosto tanto deste tecido e, como fui gulosa quando o comprei, ainda tenho bastante. Depois das almofadas (que ficam lindas no meu sofá) veio esta mais uma cesta. Gosto tanto. Mais comprida, menos rígida mas com imenso espaço. 




terça-feira, 2 de setembro de 2014

tecido + pedras = pesos (gregos)

Depois de ontem ter decidido aventurar-me seriamente nos moldes/patterns andei a pesquisar sobre ferramentas e utensílios imprescindíveis e cheguei à conclusão que precisava de uns pesos janotas. Chega de usar maças, pêras e bananas! As laranjas não dão jeito nenhum. São demasiado redondas, rebolam para debaixo da mesa e é uma ginástica doida. Fica a dica. 
Hoje de manhã, com ajuda da piolha que quer andar colada a mim, fizemos uns pesos com retalhos de tecidos. Depois, foi só encher com as pedras que trouxe da Grécia há uns 3 anos. Foi uma viagem que adorei e as praias de pedra negra roubaram o meu coração... por isso, tive que trazer um bocadinho comigo e assim fiz. 
Ela adorou e foi uma maneira muito boa de passarmos 1h30 a trabalhar juntas. Sim, 1h30... tudo demora um bocadinho mais quando ela quer ajudar mas sabe tão bem que vale a pena. 
Retalhos + tampa + marcador 

 Ela, a fazer as bolas dela.

Cose-se a bola, frente com frente e deixa-se uma abertura. Fazer pequenos cortes à volta da bola para ficar menos enrodilhado do direito. Virar ao contrário e encher de pedras (ou seja lá o que for que queira, arroz, feijão, etc. desde que seja pesado).

Finalizar a costura à mão.

Em seguida, uma pausa para um lanchinho para mantermos a assistente contente.

Feito! Resta tirar umas fotos aos janotas dos nossos novos pesos. 


Frutos vermelhos

A duas sabe melhor. Depois queixo-me... ;-)
Quinta-feira a piolha já deve ir para a escola. Recomeçam as manhãs com objectivos específicos, o pensar o que lhe vestir, o preparar o saco das fraldas, os horários, o trabalho, as correrias e os sustos, já não há luta para dormir a sesta, diminui o número de birras para mudar a fralda, voltam os almoços sozinha e a casa silenciosa durante o dia enquanto trabalho. 
Recomeçam as saudades e o olhar para o relógio. 


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Livros Novos - 1

Eu, assim como a maioria, sou muito boa a dar conselhos. A vida dos outros é sempre mais fácil de gerir que a nossa. Na minha, existem coisas pendentes que me travam. Uma que me chateia particularmente é eu continuar a deixar-me restringir pelo "medo" que tenho que experimentar fazer alguma coisa a partir dos moldes que já comprei há meses. Ou seja, quando comecei nisto da costura comprei logo uma meia dúzia de moldes. Foi em Dezembro de 2013 que comecei a comprá-los. Nunca os usei. Andei a experimentar, a aprender a construir os meus próprios patterns/moldes, a adaptar, a inventar mais um bocadinho, a copiar a roupa da piolha.
Em Julho, no meu aniversário, o R ofereceu-me uma série de livros de costura que eu andava a namorar. Com moldes, para mim, para ela (quase nada para ele, sorry babe). Tanta coisa linda. Eu, cada vez que olho para aquelas linhas todas (os moldes têm mesmo muitas) dá-me um receio enorme de não saber, não conseguir fazer, não perceber. Tolice, eu sei.
Por isso, hoje assumo publicamente (ai, ai, ai...) o desafio de fazer, até ao final do mês, uma peça deste livro! Está dito! Por favor cobrem-me isto.