quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Pêras e Canela



Cada vez que estou com os meus pais, venho carregada de sacos. Seja plantas para o jardim, ovos, fruta ou legumes, nunca venho de lá só com os mimos habituais. 
O meu último vicio é este. Pêras cozidas. Ficam maravilhosas. Claro que o ingrediente principal é de primeira qualidade, biológico, do quintal dos meus pais. 
Cozo-as com pouca água, duas colheres de sopa de açúcar amarelo e um pau de canela. Assim que estão cozidas, para não se desfazerem que ficam sem piada nenhuma, tiro-as da panela mas deixo a água de cozedura mais um bocadinho ao lume para ficar uma calda mais grossa. Assim que a calda engrossa um bocadinho apago o lume e rego as peras com a calda. 
Depois de arrefecerem no frigorífico durante uma horita ficam prontas a ser devoradas avidamente. 



Banda Sonora de Hoje


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Oh Minha Miss Caracolinhos

Maio, dois anos. Agosto, este cabelo todo. 
E não é que ela quer o cabelo liso?
Como o teu mãe.
E quando sai do banho e a penteio, que contente que fica que está liso. 
Como o teu mãe. 
E eu, que recordo todas as vezes que desejei ter o cabelo assim encaracolado, dou por mim a pensar: como o teu filha. 

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

I Love you still

Ela só não é tão eloquente.
Adoro o Calvin & Hobbes. E a ela também, é claro...


De retalhos

Já falei aqui e aqui e aqui e aqui da minha compulsão para guardar todos os pedacinhos de tecido possíveis e imaginários. Já fiz etiquetas, uma bolsa, uma manta de bonecas e sacos de lavanda com retalhos de tecidos e, esta semana, descobri que conseguia fazer umas bases bem bonitas e de forma bastante fácil. 
Usei os pedaços de tecido compridos mas finos que mantenho em separado para embrulhar coisas e para outras finalidades e comecei a entrança-los enquanto estava a ver um filme. (Nota muito importante: esta semana vi um filme INTEIRO!)
Depois de ter feito uma trança bem grande (afinal, vi um filme INTEIRO) fui para a máquina de costura e comecei a fazer um caracol, no inicio meio a medo mas depois foi ficando mais fácil. Muito rápido e fica tão giro, adorei. Claro que já imagino as mil coisas que se podem fazer assim: bases de copos, individuais de mesa, bases para tachos e panelas, tapetes, etc... 
Dica, usar pedaços com mais ou menos a mesma largura para ficar com um aspecto circular mais uniforme. No primeiro que fiz, usei no final umas tiras bem mais finas para o final e acabou por ficar menos bem. A minha piolha gostou tanto que a queria para si portanto, fiz mais uma pequenina, só para ela... (última imagem) 

Tutorial simplificado:
Pedaços de tecido longos + fazer uma trança. 
Com cuidado começar a fazer um caracol na máquina de costura - usei um ponto largo e em Z para unir e assim que a primeira volta está feita corto o nó que dei no início da trança. Continuo a coser fazendo pressão para unir as duas partes e continuar a encaracolar. Finalizo cortando os três fios na mesma altura, envolvendo dois deles dentro do terceiro e "escondendo" os três na base.


 



sábado, 23 de agosto de 2014

Cesta nova

O meu stock de tecidos aumenta e essa é a desculpa perfeita para fazer mais uma cesta para os guardar. Adoro a sensação que fica depois de acabar mais uma cesta e colocar lá um conjunto de tecidos dobrados de forma coordenada. Como estava a experimentar uma nova técnica para a fazer e um forro ou entretela diferente, decidi fazer mais pequena, só para o caso de correr mal. Correu muito bem, ficou com bastante estrutura e na altura certa. 
Depois de fazer esta descobri um tutorial com umas cestas também muito giras e parece-me a mim vão entrar para a minha to do list. (Ora espreitam lá aqui... )
Acho que a Miss Caracolinhos também precisa de uma para arrumar a sua tralha de cozinha. Ela recebeu de presente um trem de cozinha que adora mas que anda miseravelmente espalhado pelo chão da sala. Eu ando a tentar que se habitue a arrumar depois de utilizar e talvez um cesta seja um bom começo. 
A minha já está na prateleira, está gira ou não está?

Miss Caracolinhos e a comida

A minha filha na praia não faz castelos, usa o balde para fazer bolos. Depois, com a areia seca, simula que lhes põe açúcar em pó em cima. 
Se isto não é suspeito, acordar a dizer "quero batatas" é capaz de nos fazer pensar um bocadinho. Se nada disto nos deixar com a pulga atrás da orelha, talvez ver a forma como ela partilha uma torrada com os paizinhos é capaz de nos fazer finalmente perceber que ela gosta mesmo, mesmo, mesmo muito de comida!