quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Foz de Alge

Continuamos de férias mas agora ficamos uns dias por casa. Passeamos por Foz de Alge e o meu amor por aquela zona só cresceu. Respira-se melhor, os grilos fazem um barulho ensurdecedor e a lua esteve cheia, comemos batatas fritas, fomos mordidas por bichos não identificados e fizemos reacção alérgica, a Miss Caracolinhos andou de baloiço sozinha. 
O verde da água. O verde das muitas árvores. O verde dos olhos dele a quem amo mais cada dia. 






quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Pausa

Pegámos nas malas.
Fechámos a porta.
Vamos fazer memórias. Daquelas maravilhosas.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Bolachinhas

Acabei de fazer as piores bolachas do mundo. 
Já tinha falado delas aqui mas só agora repesquei a receita dos favoritos e a fiz. Estava a precisar de uma coisinha com chocolate, daquelas mesmo gulosas para levar na mala amanhã. Assim que arrefeceram e mordi uma, senti as papilas gustativas a bater palminhas.
Receita aqui. Mas não se fiquem só pelas bolachas que este blogue é daqueles de morrer de amor ou de gula, como quiserem.


Lazyness


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Refashion saia em vestido

Uma das melhores coisas de ter uma máquina de costura é poder olhar para uma peça de roupa e não estar limitada ao que ela é. O que é que eu quero dizer com isto? Podemos olhar para uma saia e ver um vestido ou umas calças, um avental ou uma almofada, o que se quiser... Neste caso eu adorei o tecido, a saia estava em saldos, bem baratinha e eu pensei que ia adorar que em vez de uma saia comprida fosse um vestido para a praia, um vestido para andar por aqui, bem confortável.  
Não foi um projecto dos mais fáceis, coser malhas é complicado porque o tecido é "escorregadio" e isso foi o principal problema. O resto foi feito a correr, em dez minutos tinha cortado o tecido e alinhado as costuras, depois foi coser as alças e o decote estreitando um bocadinho dos lados para não vestir um "saco" (por mais tentador que isso possa parecer com os meus quilos suplementares) e sim um vestido. 
Imagens passo a passo. 






Oregãos

Sou filha de um alentejano. Acho que está tudo dito quanto ao meu amor por oregãos mas posso acrescentar só mais uma coisa. Sou filha de um alentejano que adora oregãos. 
Nos campos que rodeiam a nossa casa eles nascem selvagens misturados com o resto da vegetação. Nos nossos passeios para apanhar amoras, fazemos pequenos ramos que colocamos a secar assim que chegamos a casa. Passados umas semanas estendemos um pano na bancada da cozinha e tratamos de encher frascos com esta erva aromática maravilhosa. 
Com a ajuda dela há o dobro dos oregãos espalhados pelo chão mas também, se não fosse assim, não era tão divertido. 

sábado, 2 de agosto de 2014

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Top Top Top

Adorei fazer este top para a minha piolha. O tecido é lindo, mais um daqueles que mandei vir de Hong Kong e de que já falei demoradamente aqui, aqui e aqui, por isso não vou explanar muito mais sobre o assunto. É lindo, bem macio e super fresquinho.  E este top é mesmo fácil de fazer e portanto vou voltar a repetir a dose assim que consiga! Se quiserem saber como se faz vejam o tutorial aqui (super bem explicado por esta senhora!). 
Para a próxima vou é fazer as alças com mais folho. Já tinha pouco tecido do amarelo e como queria mesmo usá-lo para contrastar com o verde fiz umas alças mais pequenas (em vez de tiras de 30 cm fiz com 23 cm). 
A minha versão é esta.... Assim que a Miss Carcolinhos for lá parar dentro tiro umas fotos janotas! 



Agosto


Miss Caracolinhos oficialmente de férias. 
A mãe dela assim assim, a modos que com um pé lá dentro e outro a tentar entrar bem depressa. A desejar sol e mar, praia, piscina ou rio, muitos verdes e castanhos, muitos pôr do sol e amanheceres ao lado deles, sem pressas, com novas rotinas. 
Pão com manteiga, mais e mais amoras, gelados, queijo feta, tomate cereja e limonada com hortelã. Deitar na relva e contar as nuvens. Sonhar com novos projectos, fazer planos a três. Viver com a certeza que o dia não se repete e de que nunca fui tão feliz. 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Vestido número 2

Ando a fazer um novo vestido para mim. Aos poucos, bem devagar mesmo. Confesso que sem grande pressa porque estou sobretudo a tentar aprender e isso eu faço melhor se pensar sempre duas vezes antes de cortar e coser. Comecei a fazê-lo com uma ideia do produto final na minha cabeça mas a verdade é que aos poucos vou acrescentando detalhes que o tornam diferente.
Um desses detalhes está nas mangas. Usei fita de viés preta e a intenção era que o viés ficasse por dentro para fazer o remate da costura interior mas quando o estava a coser mudei de ideias. Afinal faz o remate do tecido interior e fica por fora também a fazer o rebordo da manga. Explicar estas coisas em costura nem sempre é fácil. Na verdade, e até para mim que sei o que fiz, chega uma altura que me parece que estou a falar uma língua estrangeira que não domino....
Vou explicar com imagens porque acho que o resultado é muito giro e parece-me uma técnica que vou usar no futuro.
Abrir a fita de viés ao meio e coser frente com frente usando como guia a dobra central da fita de viés. (conseguem ver a linha da costura ali no meio das duas dobras?)

Dobrar a fita de viés para dentre e "prender"o rebordo do tecido e a outra parte da fita dentro da própria fita de viés, tipo uma sandes de tecidos.  (Eu não disse que podia parecer chinês?)
Segurar, fazer o remate final da fita de viés e coser a manga toda à volta.

Resultado final nas mangas e na gola. Quase perfeito! ;-) (Coisas perfeitas são feitas por máquinas e não pessoas, não é verdade?... )

 
Mostro assim que estiver acabado.