sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Top Top Top

Adorei fazer este top para a minha piolha. O tecido é lindo, mais um daqueles que mandei vir de Hong Kong e de que já falei demoradamente aqui, aqui e aqui, por isso não vou explanar muito mais sobre o assunto. É lindo, bem macio e super fresquinho.  E este top é mesmo fácil de fazer e portanto vou voltar a repetir a dose assim que consiga! Se quiserem saber como se faz vejam o tutorial aqui (super bem explicado por esta senhora!). 
Para a próxima vou é fazer as alças com mais folho. Já tinha pouco tecido do amarelo e como queria mesmo usá-lo para contrastar com o verde fiz umas alças mais pequenas (em vez de tiras de 30 cm fiz com 23 cm). 
A minha versão é esta.... Assim que a Miss Carcolinhos for lá parar dentro tiro umas fotos janotas! 



Agosto


Miss Caracolinhos oficialmente de férias. 
A mãe dela assim assim, a modos que com um pé lá dentro e outro a tentar entrar bem depressa. A desejar sol e mar, praia, piscina ou rio, muitos verdes e castanhos, muitos pôr do sol e amanheceres ao lado deles, sem pressas, com novas rotinas. 
Pão com manteiga, mais e mais amoras, gelados, queijo feta, tomate cereja e limonada com hortelã. Deitar na relva e contar as nuvens. Sonhar com novos projectos, fazer planos a três. Viver com a certeza que o dia não se repete e de que nunca fui tão feliz. 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Vestido número 2

Ando a fazer um novo vestido para mim. Aos poucos, bem devagar mesmo. Confesso que sem grande pressa porque estou sobretudo a tentar aprender e isso eu faço melhor se pensar sempre duas vezes antes de cortar e coser. Comecei a fazê-lo com uma ideia do produto final na minha cabeça mas a verdade é que aos poucos vou acrescentando detalhes que o tornam diferente.
Um desses detalhes está nas mangas. Usei fita de viés preta e a intenção era que o viés ficasse por dentro para fazer o remate da costura interior mas quando o estava a coser mudei de ideias. Afinal faz o remate do tecido interior e fica por fora também a fazer o rebordo da manga. Explicar estas coisas em costura nem sempre é fácil. Na verdade, e até para mim que sei o que fiz, chega uma altura que me parece que estou a falar uma língua estrangeira que não domino....
Vou explicar com imagens porque acho que o resultado é muito giro e parece-me uma técnica que vou usar no futuro.
Abrir a fita de viés ao meio e coser frente com frente usando como guia a dobra central da fita de viés. (conseguem ver a linha da costura ali no meio das duas dobras?)

Dobrar a fita de viés para dentre e "prender"o rebordo do tecido e a outra parte da fita dentro da própria fita de viés, tipo uma sandes de tecidos.  (Eu não disse que podia parecer chinês?)
Segurar, fazer o remate final da fita de viés e coser a manga toda à volta.

Resultado final nas mangas e na gola. Quase perfeito! ;-) (Coisas perfeitas são feitas por máquinas e não pessoas, não é verdade?... )

 
Mostro assim que estiver acabado. 

quarta-feira, 30 de julho de 2014

De girassóis e curgetes

Começámos o dia a tomar o pequeno-almoço na rua. É sempre bom começar o dia assim, a respirar o cheiro da terra ainda molhada, a sentir o mundo acordar e a deixar que essa energia passe para nós e nos contagie. 
Aproveitamos para ver no nosso pequeno jardim o que mudou durante a noite. As curgetes estão a ficar grandes, as abóboras também e por isso suspeito que vamos ter que arranjar em breve receitas várias para estes dois ingredientes. Gratinado de curgete a semana passada e esta novamente... preciso de ideias! Sugestões?


Já temos girassóis. São uma das minhas flores favoritas e sempre quis ter um jardim com girassóis. Manias. Hoje tenho e ainda os acho mais fantásticos.  

Diálogos desconexos

- Vá, sai da frente princesa Leia - diz o pai de forma carinhosa.
- Não sou baleia - diz a filha muito rapidamente.

Sai à mãe esta.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

domingo, 27 de julho de 2014

Cada vez mais...


Sábado no Zoo

Ontem fomos ao Jardim Zoológico de Lisboa. A última vez que lá fui devia ter uns 10 anos, nem sei bem que idade tinha e é este o tipo de coisas que a memória da minha mãe também não reteve. 
Foi uma experiência muito boa. O JZL está em muito bom estado, as plantas viçosas e a inundar os nossos vários sentidos e, apesar de ver animais enjaulados não ser a coisa que mais me cativa, notei um esforço para  melhorar em espaço e em condições. O espectáculo dos golfinhos e focas foi o que causou mais impacto... e acho que nos três! 
Quando os golfinhos apareceram, ainda sem nenhuma pirueta feita, o rosto da minha filha mudou. O seu mundo mudou. A sua alegria e todo um rol de emoções que nenhuma das duas consegue explicar, eu por falta de eloquência e ela por só ter dois anos,  passaram a estar estampados naquela cara tão pequenina. O meu coração até doeu. Os meus olhos encheram-se de lágrimas. E eu agradeci poder dar-lhe aquilo, aquele momento, aquela felicidade. Agradeci poder partilhá-lo com o R, com ela. Agradeci profundamente por o meu mundo ter mudado com eles. 

 O meu neto, o Zé, que anda sempre connosco...





sexta-feira, 25 de julho de 2014

Bolos e amoras

Um bolo de banana e coco, tínhamos muitas da madeira a ficarem pretas em cima da bancada. Do livro Delicioso Piquenique, da Isabel Zibaia Rafael com ligeiras adaptações e feito na  minha amiga bimbólica. Uma delicia. 

Amoras. Apanhámos ontem, tantas. A Miss Caracolinhos vem destes nossos passeios com a língua preta, as mãos tingidas de negro e a barriga cheia. Eu gosto mais delas lavadas e fresquinhas mas não as recuso à minha comilona favorita mornas e directamente da planta. 
O que não mata engorda e na idade dela isso ainda não é um problema ;-)! 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

De lobos

Uma das histórias que mais temos lido ultimamente é Lobo Grande e Lobo Pequeno. Comprei-a o ano passado, na feira do livro, mas só este ano a piolha se apaixonou por ele. Já o lemos tanta vez que à medida que eu vou lendo ela vai antecipando o que vai acontecer com palavras-chave. 
Pequeno. Lobo. Coração. Árvore. Sozinho. Triste. Feliz. 
É uma história sobre o amor e como este não se mede aos palmos. Adivinham qual é a história que já li hoje duas vezes?...