sexta-feira, 27 de junho de 2014

Banda sonora de hoje

Ouvi ontem esta música. Estou viciada nela. Será possível?
Não sei que me faz.
O título é Arrival of the birds and transformation
Os birds nem vê-los mas a transformation sim senhor, acontece. Começo a sentir-me cheia de alegria e feliz e acabo quase a chorar. Uma transformação. 


E volta a túnica que não é túnica

Em Janeiro fiz para a piolha o que na altura chamei de uma túnica. Em Janeiro. Ela usou-a hoje pela primeira vez. 
Sou uma mãe prevenida... Não, na verdade sou uma mãe que faz a roupa para a filha sempre uns centímetros acima daquilo que ela veste. Mas esta túnica que não é túnica, hoje, ficou-lhe a matar. 
A miúda é tão esperta (sai ao pai) que até tirou as fotos sozinha! (estou a brincar mas as primeiras parecem mesmo umas selfies, ou não?)



quinta-feira, 26 de junho de 2014

Vista do céu

Um dos meus livros de fotografia de todos os tempos é este, La terre vue du ciel. 
Não há como vermos o mundo de longe e depois de perto para percebermos como a vida nasce, cresce e se expande, como somos uns felizardos de fazermos parte de um sítio tão magnifico. O mundo é tão grande e tão rico em cor, texturas e cheiros. 
Cada vez mais tento sempre olhar a vida e a natureza, a cor e o som do vento nas árvores. O que a terra e a vida tem para me ensinar eu agradeço de olhos abertos e prestando atenção.  
De longe. 

Mais perto.

Ainda mais perto.





Banda sonora de hoje

Quero uns sapatinhos destes. 
Aposto que os conseguimos ver no escuro. 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Ananás, gengibre e hortelã

500 g de Ananás
1 colher de chá de gengibre em pó
5 folhas de hortelã
80 g de açúcar amarelo
1,5 litros de água

Tritura-se tudo na bimbólica ou outra maquineta do género. Junta-se água e o açúcar amarelo (também deve ficar bom com agave ou mel). 
Fica uma delicia fresquinho. Mas sabem qual é a melhor parte?
Tem duas palhinhas, dá para partilhar.



Cogumelos e uma lição

Este mês tem sido muito prolífico em costura. 
Um vestido para mim, uma carteira para mim, dois vestidos para a Miss Caracolinhos. Primeiro foram papoilas, agora são cogumelos e morangos. 
Este tecido comprei o ano passado, assim que comecei a sonhar com a roupa que ia fazer para a minha filha. Ela era tão pequenina (ainda é) que só me apetecia comprar tecidos com desenhos pequeninos e bem simples, tecidos leves e fresquinhos, de algodão. 
Finalmente chegou a vez deste tecido brilhar. Usei uma fita de viés amarela linda para contrastar e fazer os contornos e alças, simplifica muito a vida. Apetecia-me fazer alguma coisa rápida e prática para o verão. (Sim, olhando para os dias que temos tido estou a ser uma optimista.) 
Mas como a coisa estava a ser demasiado fácil resolvi fazer uns bolsos neste vestido. Fui pesquisar como se fazia tal coisa, isto de aprender sozinha tem muito que se lhe diga, é mesmo uma aprendizagem feita na base da tentativa-erro. 
Colocar os bolsos foi fácil, confesso. Eu estava optimista, confiante. Banho de água fria... os bolsos estão alinhados, ficaram bem cosidos mas a minha filha apesar do pequena que é não, vai lá conseguir meter a mão, fiz o bolso com o tamanho certo mas com uma abertura demasiado pequena. Ela até consegue lá pôr coisas, não vai é consegui tirá-las! O que no caso de uma miúda de 2 anitos não é uma boa ideia, o mais provável é isso derivar em frustração e o que se segue é uma birra. E ai, este passa a ser o vestido das birras e não o vestido dos cogumelos!
Vamos a elas, as fotos, os bolsos logo penso nisso. 


 A girafa saiu com ajuda. :-)



terça-feira, 24 de junho de 2014

Inspiration

Criatividade é um poderoso estimulante na minha vida.
Isso e café.
Duas ideias tão simples que até dói.
Ver aqui versão mais moderna e tão gira!

Simples. Dá mesmo vontade de fazer uma. Ou duas. Ver aqui.

Banda sonora de hoje

A love story... 

segunda-feira, 23 de junho de 2014

How it ends

Banda sonora de hoje!
Just ask and you'll receive, beyond your wildest dreams.

Um mulher prática

Eu sou uma mulher prática. 
O carro é para nos levar de um lado a outro, na mesa é para se comer, as cadeiras são para sentar, a cama é para dormir. Claro que dotada de imaginação como sou, ocasionalmente encontro outros usos para os objectos acima referidos. Só ocasionalmente. 
Agora digam-me lá porque é que eu levo a piolha para o quarto como todos os dias, me sento com ela ao colo como todos os dias, embalo-a exactamente com o mesmo movimento oscilatório que faço todos os dias e que a mim dá sono passado 10 minutos, e quase uma hora depois ela continua desperta? Porquê? Porquê?... 
Eu sou uma mulher prática. 
Não me chateia mudar-lhe a roupa quatro vezes ao dia porque ela fica toda molhada, suja ou cheia de lama. Não me chateia tropeçar no pinguim, no macaco e na girafa largados no chão do corredor. Não me chateia que a cozinha dela esteja na sala ou que eu finja 30 vezes comer a mesma papa de nada que ela insiste em dar-me e que faz na cozinha que está no meio da sala (já tinha disto isto?). Não me chateia que todas as folhas brancas sejam para desenhar e que cá em casa o comando seja dela. Não me chateia que ela queira a mesma história durante uma semana e que existam autocolantes pela casa toda. 
Nevertheless, eu sou uma mulher prática.
Chateia-me que o relógio interno dela esteja tão apurado que se eu, enquanto mãe espertalhona que sou, a levo para a cama meia horita mais cedo, ela adormeça exactamente à mesma hora que adormeceria se fosse meia horita mais tarde. 
Agora digam lá, sou eu que sou burra ou é a miúda que é esperta?