domingo, 15 de junho de 2014

O detalhe

Sexta de manhã fomos passear nos montes que rodeiam a nossa casa branca no meio do verde. O calor começava a fazer-se sentir mas o cheiro da terra e das flores estava a chamar por nós. Fomos. Viemos de mãos cheias. Flores e oregãos.
Ao molho.
O detalhe.






sábado, 14 de junho de 2014

DiY - Caixa reciclada com tecido

Aos poucos vou amontoando tecidos, botões, fitas, alfinetes, tesouras, projectos, etc. Uma infinidade de cores e padrões garridas que enche um espaço de paredes brancas, cadeira branca, secretária branca. 
Sempre fui uma mulher de contrastes. 
Para manter algum tipo de organização, porque preciso de o fazer, uso caixas de cartão, frascos de vidro, cestos de palha, seja o que for que eu goste e fique bonito porque a beleza, num espaço onde se trabalha e se é criativo, é uma condicionante.   
Esta caixa trazia umas lindas chávenas de café do Gato Preto (prenda do dia da mãe), é branca, cheia de divisórias e tem o tamanho ideal para caber na minha prateleira (adivinhem) branca. As razões certas para ser reciclada e feliz para sempre. 
São lindas e ficam tão bem cheiinhas de café.
Voltando à caixa, usei um tecido autocolante que comprei na At Home Hobby e que adoro. Foi fácil, rápido e de satisfação imediata. Aquele tipo de projectos que demoram poucos minutos e ficamos com uma sensação óptima de ter feito algo giro e útil. 
Usei cola branca + caixa + tecido autocolante. 


sexta-feira, 13 de junho de 2014

Retrato de família


Aquele a fazer boquinha martini é o R, aquela cheia de estilo da direita sou eu e a mais pequena é a nossa comilona de serviço, a Miss Caracolinhos, que aqui está um bocadinho despenteada. 

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Estou perdida

Agora é que a coisa vai descambar completamente.
Porquê?- perguntam vocês. Que se passa?...
O R ofereceu-me uma BIMBY!
Piadas à parte (sim, a bimby antes era eu e agora somos duas na cozinha e sim, agora é que ele não mete lá os pés!), hoje fiz a minha primeira receita lá e percebi que estou perdida para sempre. Esta maquineta vai chamar de volta aqueles míseros quilos que eu com tanto (enorme, GIGANTE, tremendo) esforço consegui perder. 
Ponham os olhos nestes scones feitos à quinze minutinhos. Senti-me e sentei-me. Senti-me uma mestre da arte culinária e sentei-me a comer uns quatro. Ai desgraça. Com manteiga e com doce de morango. Perdoa-se porque não almocei, foi disso, foi de não almoçar. 
Triturei o centeio e só usei essa farinha de centeio, fora isso usei a receita original do livro base. Sementes de sésamo e um pedaço de noz em cada.



ToMiLhO

E assim cresce o tomilho por estas bandas...
Cheira tão bem e está tão cheio de flor que veio para casa, decorar e perfumar a cozinha.
Why not?


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Apego

Coisas para pensar, que por aqui não se quer convencer ninguém.

"Harry F. Harlow (1905-1981) foi um psicólogo norte-americano que ficou conhecido pelas suas experiências sobre a privação maternal e social em macacos Rhesus, e que demonstraram a importância dos cuidados, do conforto e do amor nas primeiras etapas do desenvolvimento.  As suas experiências laboratoriais consistiram na criação de duas “mães” artificiais (imitação de uma macacos Rhesus), uma era feita apenas com armação de arame enquanto a outra, era também de armação de arame, porém, forrada com pano felpudo e macio.
Harlow observou que os macacos bebés preferiam claramente as “mães” mais confortáveis. Esta preferência mantinha-se independentemente de qual a mãe que fornecia o alimento. Outras observações mostraram que o que estava em causa não era só a procura de conforto. O contacto parecia ser essencial ao estabelecimento de uma relação que transmitia segurança. Perante um estímulo gerador de medo, os macacos agarravam-se à “mãe” macia tal como o fariam a uma mãe real. Este comportamento nunca era observado com as “mães” de arame, mesmo em macacos criados só com ela." 
(retirado daqui mas existem inúmeras outras fontes)

Agora imaginem, se um pedaço de pano/pelo felpudo é tão condicionante, quanto não o será uma mãe que embala, acarinha, carrega ao colo e junto ao peito um filho?....  Se tiverem tempo e paciência, leiam o estudo feito pela psicóloga Mary Ainsworth sobre apego que também vale a pena. 



Banda sonora de hoje

Para o meu RA uma canção do RA.

bom dia SOL

Que dia fantástico que hoje está! 
Sol, sol, sol! O meu lado bicho está com vontade de se estender na relva e ficar ali, esparramada, a apanhar sol. Metade gato, metade lagartixa... mais ou menos assim. 


terça-feira, 10 de junho de 2014

Rosas para a mãe e Lavanda para o pai

Durante o mês de Maio tive muitas rosas cá por casa. Oferecidas à filhota pelos anos, encheram a casa de um perfume inebriante o mês todo. Quando começaram a perder as pétalas resolvi guarda-las, continuavam a cheirar tão bem que decidi ver se manteriam o cheiro mesmo depois de secas. Poupo-vos o mistério, cheiram mesmo muito bem depois de estarem quase três semanas a secar.
Com elas enchi uns sacos de retalhos de tecidos que fiz o fim-de-semana passado (mais uma forma de aproveitar os restos/retalhos de projectos anteriores). Para fechar os sacos e simplificar o processo cosi-os só em três lados. Virei-os ao contrario, enchi-os de pétalas de rosas para mim e para a piolha e, para o pai, com lavanda. (Claro que os nossos sacos são pétalas de rosa e os tecidos são rosa e fofinhos e cheios de mariquices e os do pai são em xadrez vermelho, sóbrios e com lavanda, uma planta mais para macho! Por aqui gostamos de clichés...) 
Para finalizar e como a minha máquina de costura vem com uns vinte pontos todos bonitos que eu nunca uso, andei a fazer experiências. 





segunda-feira, 9 de junho de 2014