Aquele a fazer boquinha martini é o R, aquela cheia de estilo da direita sou eu e a mais pequena é a nossa comilona de serviço, a Miss Caracolinhos, que aqui está um bocadinho despenteada.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Estou perdida
Agora é que a coisa vai descambar completamente.
Porquê?- perguntam vocês. Que se passa?...
Porquê?- perguntam vocês. Que se passa?...
O R ofereceu-me uma BIMBY!
Piadas à parte (sim, a bimby antes era eu e agora somos duas na cozinha e sim, agora é que ele não mete lá os pés!), hoje fiz a minha primeira receita lá e percebi que estou perdida para sempre. Esta maquineta vai chamar de volta aqueles míseros quilos que eu com tanto (enorme, GIGANTE, tremendo) esforço consegui perder.
Ponham os olhos nestes scones feitos à quinze minutinhos. Senti-me e sentei-me. Senti-me uma mestre da arte culinária e sentei-me a comer uns quatro. Ai desgraça. Com manteiga e com doce de morango. Perdoa-se porque não almocei, foi disso, foi de não almoçar.
Triturei o centeio e só usei essa farinha de centeio, fora isso usei a receita original do livro base. Sementes de sésamo e um pedaço de noz em cada.
ToMiLhO
E assim cresce o tomilho por estas bandas...
Cheira tão bem e está tão cheio de flor que veio para casa, decorar e perfumar a cozinha.
Why not?
Cheira tão bem e está tão cheio de flor que veio para casa, decorar e perfumar a cozinha.
Why not?
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Apego
Coisas para pensar, que por aqui não se quer convencer ninguém.
"Harry F. Harlow (1905-1981) foi um psicólogo norte-americano que ficou conhecido pelas suas experiências sobre a privação maternal e social em macacos Rhesus, e que demonstraram a importância dos cuidados, do conforto e do amor nas primeiras etapas do desenvolvimento. As suas experiências laboratoriais consistiram na criação de duas “mães” artificiais (imitação de uma macacos Rhesus), uma era feita apenas com armação de arame enquanto a outra, era também de armação de arame, porém, forrada com pano felpudo e macio.
Harlow observou que os macacos bebés preferiam claramente as “mães” mais confortáveis. Esta preferência mantinha-se independentemente de qual a mãe que fornecia o alimento. Outras observações mostraram que o que estava em causa não era só a procura de conforto. O contacto parecia ser essencial ao estabelecimento de uma relação que transmitia segurança. Perante um estímulo gerador de medo, os macacos agarravam-se à “mãe” macia tal como o fariam a uma mãe real. Este comportamento nunca era observado com as “mães” de arame, mesmo em macacos criados só com ela."
(retirado daqui mas existem inúmeras outras fontes)
Agora imaginem, se um pedaço de pano/pelo felpudo é tão condicionante, quanto não o será uma mãe que embala, acarinha, carrega ao colo e junto ao peito um filho?.... Se tiverem tempo e paciência, leiam o estudo feito pela psicóloga Mary Ainsworth sobre apego que também vale a pena.
bom dia SOL
Que dia fantástico que hoje está!
Sol, sol, sol! O meu lado bicho está com vontade de se estender na relva e ficar ali, esparramada, a apanhar sol. Metade gato, metade lagartixa... mais ou menos assim.
terça-feira, 10 de junho de 2014
Rosas para a mãe e Lavanda para o pai
Durante o mês de Maio tive muitas rosas cá por casa. Oferecidas à filhota pelos anos, encheram a casa de um perfume inebriante o mês todo. Quando começaram a perder as pétalas resolvi guarda-las, continuavam a cheirar tão bem que decidi ver se manteriam o cheiro mesmo depois de secas. Poupo-vos o mistério, cheiram mesmo muito bem depois de estarem quase três semanas a secar.
Com elas enchi uns sacos de retalhos de tecidos que fiz o fim-de-semana passado (mais uma forma de aproveitar os restos/retalhos de projectos anteriores). Para fechar os sacos e simplificar o processo cosi-os só em três lados. Virei-os ao contrario, enchi-os de pétalas de rosas para mim e para a piolha e, para o pai, com lavanda. (Claro que os nossos sacos são pétalas de rosa e os tecidos são rosa e fofinhos e cheios de mariquices e os do pai são em xadrez vermelho, sóbrios e com lavanda, uma planta mais para macho! Por aqui gostamos de clichés...)
Para finalizar e como a minha máquina de costura vem com uns vinte pontos todos bonitos que eu nunca uso, andei a fazer experiências.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Morangos e um doce
Esta é uma das minhas alturas favoritas do ano. Os mercados estão cheios de morangos e cerejas e eu encho a barriga de todas as coisas boas que estas duas frutas nos podem dar. A fruta madura deixa-me sempre de água na boca.
Há pouco tempo descobri uma receita de doce de morango e sementes de chia que achei que era a minha cara por duas coisas: é extremamente simples e leva morangos! Vai dai, resolvi que era a próxima coisa que ia aparecer à mesa de pequeno-almoço. Não fica doce (enjoativa quase), como a maioria dos doces que se compra no supermercado, o que para mim é uma enorme vantagem e a Miss Caracolinhos até pode comer uma ou duas colheradas à gulosa que eu não refilo.
Basicamente cortam-se os morangos (500 g) , leva-se a lume brando com duas colheres de sopa de açúcar (eu usei amarelo + uma de chá de mel) e quando começar a ficar espesso junta-se as sementes de chia (a receita original dizia duas colheres de sopa mas eu juntei três, gosto do doce mais denso). É mexer durante mais um minuto, tirar do lume, passar pela varinha mágica só um bocadinho e deixar arrefecer. Fica uma delicia.
Receita original aqui.
domingo, 8 de junho de 2014
Desconhecidas
Nos caminhos que percorremos existem com muita frequência coisas para as quais fechamos os olhos e o coração por falta de tempo, por excesso de estímulos, porque o nosso mundo interior é mais cheio e estamos concentrados nele. Seja qual for a razão, deixamos passar muita beleza sem nos apercebermos.
Eu, gosto de ver as flores nos meus caminho. Não conheço o nome destas mas ontem parámos o carro e vieram para casa connosco.
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