terça-feira, 3 de junho de 2014

Rúcula

Alerta de cliché: o tempo passa tão depressa! 
Os dias tem sido passados sentada em frente ao computador, a trabalhar afincadamente e sem tempo para a máquina de costura que vai ganhando pó. Snif, Snif... Qualquer dia estamos as duas ferrugentas. Eu sei que me sinto assim um pouco. 
Entretanto e como estava com saudades de aqui vir deixo o meu almoço de hoje. Bem, antes que tenham pena de mim e desta pequenina dose de salada, tenho a informar que é acompanhada de quatro grandes almôndegas e molho de tomate. 
É uma combinação perfeita: rúcula, morangos, nozes, azeite e vinagre balsâmico. 
Experimentem. 

domingo, 1 de junho de 2014

Funcional

Olhando para trás, para todas as coisas que já fiz desde que comecei nesta coisa da costura, a maioria tem uma função muito prática.  
Cada vez que sinto que me faz falta uma coisa, faço-a em vez de a comprar. Bem, para ser honesta algumas necessidades são um bocadinho inventadas no momento pela minha outra necessidade, a de CRIAR coisas para mim, para a casa, para a família e amigos. Cestas, chapéus, bases para copos, individuais, etc.
Tudo isto para dizer que as últimas coisas que fiz foram uns tapa-janela (acabadinhos de baptizar!). Foram feitos com as medidas das janelas dos nossos carros, meu e do R, e servem para impedir que a piolha vá a levar com o sol mesmo em cheio quando andamos de um lado para o outro com ela no banco de trás. Tínhamos uns da Chicco mas na janela do carro do R ficava muito grande e no meu, muito pequeno. Vai dai fiz uns todos giros. Com tecidos coloridos, elásticos de cor e quatro ventosas compradas na loja do chinês da zona. 
Este é o meu. 


Sim, são reversíveis... ;-)

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Macaquinhos do Chinês

Ontem, a minha filha linda, na honestidade característica dos seus dois anos (pelo que li, só aprendem a mentir lá para os três), confirmou um dos meus maiores medos.

Mãe: Filha que estás a fazer?
Filha: Come macacos. 

E assim se foi qualquer esperança de que a miúda fosse sobredotada. 
É melhor assim. 

PS- Espero que um dia ela me perdoe por estar a contar isto.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Gengibre

O R é fã de gengibre, eu aprendi a gostar, a Miss Caracolinhos não acha muita piada. 
Ontem, com 200 g de gengibre, aproximadamente 200 g de açúcar e duas chávenas de café de água fiz gengibre cristalizado. A ideia era ficar uma coisa próxima daquilo que costumamos comprar e que é maravilhoso para a garganta. E ficou, até mais do que eu pensei que ia inicialmente, confesso que quando parto nestas aventuras espero sempre o pior... Começa com um travo forte mas adocicado e acaba naquele picante típico do gengibre que abre as vias respiratórias até de um doente crónico. 
Como sou uma rapariga poupada, resolvi aproveitar a água da cozedura do gengibre para fazer sumo de gengibre e abacaxi que provei num restaurante vegetariano há uns tempos e adorei. 
Como sou uma rapariga pouco ajuizada, resolvi experimentar essa água antes de a diluir em mais água e sumo de abacaxi. Resultado, até me vieram as lágrimas aos olhos e bebi sofregamente três copos de água limpinha de seguida. Portanto, o meu conselho é nunca façam destas em casa! Trust me! 
Receita:
1 * Cozer o gengibre em pouca água, a suficiente para cobrir o mesmo.
2 * Quando adquirir um tom baço, retirar do lume e escorrer a água. Façam o que quiserem com essa água, deitem fora, guardem, façam chá ou sumo (estão por vossa conta e risco).
3 * Juntem ao gengibre cozido as 200 g de açúcar e as duas chávenas de água e vão mexendo de vez em quando em lume brando. A ideia é que o açúcar juntamente com a água atinja o ponto de caramelo, ou seja que fique um molho espesso. 
4 * Quando assim estiver, retirem o gengibre e metam numa superfície limpa para secar tendo o todo o cuidado para que este venha com o mínimo de liquido possível (eu usei uma escumadeira e um prato com papel vegetal).  
Depois é deixar secar e comer devagarinho não vá dar dores de barriga. ;-) 

(Mais sobre gengibre aqui)

terça-feira, 27 de maio de 2014

Prendada ou não!

Ocasionalmente, quando faço assim (com enorme esforço e depois de muita pesquisa) alguma coisa que os outros, ou outras, não fazem normalmente, chamam-me prendada. Por vezes, isso acontece até com coisas simples, basta um bolo de chocolate ou umas bolachas de limão. 
Mas não me chamam prendada como se isso fosse uma coisa boa. Na maior parte das vezes, sinto mesmo que é quase uma piada, principalmente porque, por norma, este comentário vem acompanhado de uma risada por parte do emissor. Atenção que eu não disse sorriso, disse risada, é diferente, tão mas tão diferente! 
Assim, e depois de verem como eu descasco ovos cozidos, ainda acham que eu sou prendada?
Se calhar até sou, mas ovos cozidos não é comigo. Alguém tem um truque infalível para partilhar?  
Can you tell I'm cranky?


De livros, de bons livros

Amo livros, não é segredo. 
Hoje reli um que adoro. Um pequenino que se perde na estante e quase não faz barulho ao virar as páginas, um que é leve com as suas 70 páginas mas pesado naquilo que nos deixa na alma, no coração. 
Das duas vezes que o li, passei metade do livro com um sorriso nos lábios. Nesta segunda leitura, como já conhecia o fim, passei a outra metade a desejar que o fim da história se tivesse misteriosamente modificado (como que por magia, portanto...) durante os meses que se espaçaram entre leituras. 
Acho que entre as minhas frases favoritas estão estas:
"Nunca vi olhos a rir-se como os dele, riam-se a bandeiras despregadas, os seus olhos faziam um barulho infernal." 

"Ela era velha. Tinha uns trinta anos à vontade. Mas o senhor Ibrahim ensinara-me que nunca se deve humilhar uma mulher."

No metro, numa viagem de carro mais longa, numa noite entre almofadas e com um chá na cabeceira, enquanto os piolhos dormem, vale a pena. Quando puderem, quando quiserem mas leiam que é lindo! (ver aqui)
O Senhor Ibrahim e as Flores do Alcorão

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Banda sonora de hoje



I have no interest in a life without you. 

Mini-saia folhada

Pois é, finalmente... Mas, lamento, as fotos estão péssimas. O sol teima em aparecer aos bochechos. Quando dou por mim a correr para a máquina, ele esconde-se novamente e eu só me apetece chamar-lhe nomes feios. 
Não o fiz durante estes dias todos mas hoje achei que estava na hora, tinha que ser, tinha de mostrar a mini-saia aos folhos que fiz para a piolha. 
O tecido é verdadeiramente bonito e leve, suave ao toque e certamente confortável como se quer na roupa das meninas e meninos. Estas fotos não lhe fazem minimamente justiça mas qualquer dia destes fazemos umas com umas pernas lindas lá enfiadas, que tal, parece-vos bem?
Volta sol, fazes tanta falta por aqui.



quarta-feira, 21 de maio de 2014

Série 3 - Pai SOFRE

Vamos lá lavar os dentes pai! Mas para sermos originais, vamos lavar os dentes na minha cama, no meio dos meus amiguinhos todos!
E já agora, as gengivas também se escovam? :-)