segunda-feira, 19 de maio de 2014

Chuva

Chove com força no meu jardim, o chapéu de sol está aberto na rua, a mesa de madeira e as cadeiras também la estão... e eu a beber um chá bem quente, vestida até às orelhas e sem coragem para ir fechar o chapéu e tapar a mesa. Sem coragem para os dias de chuva. 
R, estou a beber do teu chá, só para ver qual era a mensagem desta vez. 

Cor e mais cor

Este sábado foi dia de color run!
Foi um programa de família e eu adorei. Só os primos desta minha enorme e fantástica família. Confesso que na manhã de sábado estava com preguiça de sair de casa mas, assim que chegámos ao nosso primeiro ponto de encontro, a energia era tão contagiante que eu esqueci-me completamente dela. 
Eram milhares de pessoas, muito calor, o mar como fundo, música e tanta cor... Dois dias e vários banhos depois, ainda tenho madeixas rosa! Descansem as vossas alminhas que não me tornei numa corredora, eu é mais andar mesmo, a correr foram ai uns 100 ou 200 metros e só porque estava com medo de perder os primos. :-)

PS - Aquela barriga não é minha, eu adorava que fosse, mas é da maluca desportista da família! (V) 
 Ainda houve tempo para um refashion das mangas da T-shirt!
 

 PS2- Esta foto foi logo no início!! Imaginam no fim?....

domingo, 18 de maio de 2014

Família e cuecas

Eu tenho uma das melhores... famílias! Mas sim, as cuecas também são boas! :-) 

A

sábado, 17 de maio de 2014

DIY ou Meter as mãos na massa

E na cola, nos tecidos, no papel, na madeira, no ferro, na terra, na lã... etc. 
Acho, aliás tenho a certeza, que não me consigo limitar a uma só parte do todo que é criar coisas com as mãos. Adoro fazer coisas de todo o tipo e ando sempre a inventar projectos cá para casa, se tiverem uma componente prática a felicidade duplica! Na minha lista mais imediata (porque a lista a longo prazo seriam km) estão estes projectos:

(Ver aqui)

( velas de lavanda e limão - ver aqui)


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Mini-saia on

Finalmente decidi cortar uns tecidos que comprei numa loja do Etsy e que vieram do Japão.
Estávamos nos primórdios desta minha aventura nas costuras e eu ainda andava a fazer experiências, algumas delas caras. Neste caso, os tecidos não foram nada caros, os portes eram acessíveis mas a alfandega tramou-me, e tudo junto ficou uma conta nada simpática. Resumindo, ainda não tinha tido coragem para atacar estes tecidos com unhas e dentes, ou linha e tesoura neste caso.
Ontem, enchi-me de determinação, fiz uma prece à santa padroeira das costureiras (tenho que pesquisar melhor que a Internet dá-me dois nomes e eu já não sabia o que chamar à santa, se Clara, se Catarina...) e cortei! Aos poucos fui construindo uma saia (sim, mais uma!) para a Miss Caracolinhos. Depois de tantas camadas, de tanto corta, cose e ajusta, é mesmo construir a palavra certa. O tecido é lindo e leve, perfeito para uma saia de verão!
Hoje, consegui acaba-la mas não há fotos que a piolha está com febre outra vez e nesta idade é colo, colo, colo... 
(post escrito com uma única mão, quase que desisti..:-))




Série 2 - Mãe sofre

Os autocolantes estão a procriar!
Não há outra explicação possível, polvo nenhum consegue colar tantos autocolantes em tantos sítios diferentes e tão depressa!
São 83 cm de matreirice para colar estrelas, flores e corações em tudo quanto é lado! Mãe Descola é o meu apelido...

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Dreaming of Mojitos

Enquanto esses não chegam, iludo o meu palato com o primo em segundo grau. 
Infusão de hortelã + sumo de dois ou três limões e uma lima (se houver) + açúcar amarelo = engodo bem saboroso e que pode ser bebido em quantidades industriais! 

Rules


Segundos frutos...

Nespas na linguagem da minha piolha, que as devora impacientemente porque os pais não descascam à velocidade com que ela é capaz de as comer. 
Hoje, estamos as duas de molho. Ela não pára de repetir a palavra feliz e eu, embora não sinta necessidade de o dizer, também estou. 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

NOT a GOOD day

A cria chorou e chorou para ir para a creche. 
Quando ela ainda não falava a dor era diferente, mais leve, não vinha carregada da palavra casa que ela repete agarrada ao meu pescoço. Ou sei lá eu, se calhar a dor era a mesma só que esta é a dor de hoje e por isso fresca como está, magoa mais, magoa muito. 
Hoje, eu que trabalho em casa a maior parte do tempo, não consigo mesmo. Por isso vou fazê-lo para a rua, pode ser que lá, debaixo deste sol e fustigada pelo vento, consiga mitigar a minha dor.