terça-feira, 13 de maio de 2014

Hoje estou assim, lamechas que dói...

Enquanto mãe pergunto-me muitas vezes (TANTAS e TANTAS) se estarei a fazer a coisa certa. 
Depois olho para a minha filha, fico só assim a observá-la e bastam-me uns minutinhos para ver o quanto ela é um bebé feliz, o quanto ela sorri e gargalha, o quanto ela é independente e o elo forte que ambos temos com ela. É destemida, independente e corajosa mas se sente medo corre para nós, estabelecendo mais uma vez o enorme vinculo que tem connosco. 
Sinto cada vez mais amor e orgulho por este ser humano que tenho a sorte de ter como filha e, se há algo de mim nela, que seja o sorriso porque o coração enorme herdou do pai. 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Festa

E foi assim. Deu trabalho mas soube tão bem ter a casa cheia do que é mais importante na nossa vida, família e amigos barulhentos! ;-) 
Com um bolo maravilhoso para a bailarina cá de casa, em branco e rosa, de comer e lambuzar os dedos de tão bom. Acho que de todos ela foi a que comeu menos. Para o ano repetimos a dose que vale mesmo a pena. (vejam aqui quem fez)





DIY Etiquetas MUITO fáceis de fazer com tecido

Na festa da Miss Caracolinhos faltavam etiquetas para nomear a comida. Bolo de quê? Mousse de ...? Foi assim, e bem às pressas, que surgiram estas etiquetas mas que vieram para ficar pela simplicidade e pelo giras que ficam. 
Com cola branca, retalhos de tecidos, tesoura, lápis de cor ou caneta, etiqueta de cartão (comprei estas na Tiger) ...

Fazemos estas coisas giras! 
Basta virar o tecido com o avesso para cima, aplicar umas gotas de cola branca, pressionar a etiqueta por cima, virar ao contrário, pôr ao sol a secar uns minutos e escrevinhar tudo o que se quiser lá dentro. 


Podiam ter ficado mais "perfeitas" se eu tivesse cortado à medida os tecidos para as etiquetas mas como utilizei os que tinha guardado da grinalda de corações (ver aqui e aqui) , ficaram mesmo como estavam. A vida também não é perfeita e eu gosto dela assim..  :-) 

sábado, 10 de maio de 2014

Manta de retalhos para juntar à festa

aqui tinha dito que guardo todos os pedacinhos de tecido possíveis, todos os retalhos, fitas e afins que se cruzam no meu caminho. Comecei há algum tempo, com uns quantos retalhos, a fazer uma mantinha para tapar a bonecada da Miss Caracolinhos que ocasionalmente vai dormir para a sua cesta-alcofa-cama-de-viagem (ver aqui).
Andei às voltas com a manta montes de tempo, não sabia bem como acertar todos aqueles pedaços de tecido. Tantos tamanhos diferentes e tanta falta de experiência não me facilitaram a vida mas adoro o resultado, ficou ainda mais giro ao vivo e a piolha gostou tanto que hoje de manhã já andava a tapar-se com ela (os bonecos que passem frio, a manta gira é para mim)!
Para a parte de baixo usei o resto do lençol deste projecto e no interior usei um bocado de dracalon de textura  mais fina.
E com isto tudo ainda usei pela primeira vez o meu walking foot ou pé arrastador (não tenho a certeza desta tradução), que estava ali a olhar para mim desde o Natal e que faz maravilhas para coser varias camadas de tecido! (Obrigada R.)
E agora, vou ali acabar uns bolinhos que hoje a festa é cá em casa.




sexta-feira, 9 de maio de 2014

Trabalho saboroso

Amanhã é dia de festa, hoje é dia de muito trabalho. 
Mas na maioria do tempo, trabalho muito saboroso.



Primeiros frutos

O ano passado os poucos morangos que tivemos foram todos comidos pela piolha.
Este ano vamos ver se conseguimos trincar algum.
Estes são os primeiros. Bem, foram.

Banda sonora de hoje

A preparar a festa da minha cria.


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Favas

Nunca quis viver no campo. Nunca sonhei que ia acabar por viver numa aldeia. Nunca imaginei que ia gostar tanto de descascar favas sentada no alpendre da minha casa, no campo, numa aldeia bem pequena onde os vizinhos te oferecem favas. 
A Miss Caracolinhos tem a persistência de um pitbull quando toca a descascar favas... e também a capacidade de estraçalhar uma fava como um. No entanto, o seu coração pequenino demonstra até aqui o quanto é grande quando não descrimina favas, todas contam!