sexta-feira, 11 de abril de 2014

Obrigada...

Ao João por me ensinar a brincar com a luz e com a cor. Cada vez gosto mais de fotografia. 
À Hélia e à Patrícia por encherem a piolha de flores, por seguirem os meus passos e, acima de tudo, por me ajudarem a empurrar o carrinho. 
Hoje estas vieram para casa connosco. Somos umas sortudas. 



Cadeiras novas em 1,2,3

A minha piolha é uma miúda muito criativa, sai ao pai. Adora tocar flauta, "ler" livros, dançar e pintar, pintar, pintar! Gosta tanto que pinta as cadeiras, já pintou uma parede e tudo quanto é pequeno papel é uma tentação para ela. Basta eu sacar um papelito da carteira para deitar fora que ela pega nele, como se fosse um tesouro roubado, e lá vai lançada procurar os seus lápis de cera. Agora que penso nisso, talvez seja por essa razão que esta semana a bicha comeu meio lápis de cera verde...
Há uns meses comprámos-lhe uma mesa e umas cadeiras pequeninas no ikea que ela usa compulsivamente. Primeiro estiveram na sala mas depois foram para o quarto dela. O uso constante e talvez o uso incorrecto (ela gosta de lá estar em pé e de joelhos), fez com que o tampo (que diga-se de passagem não é dos mais resistentes), esteja neste estado que se apresenta abaixo. 
Pois aqui a Dra, resolveu dar uma maquilhagem às cadeiras até termos uma solução mais duradoura que certamente será patrocinada e realizada pelo pai, que é o que se ajeita melhor com madeira e martelo. A Dra é mais tecido.... Aqui temos o antes. 

Aqui o depois.
Com um tecido plastificado para limpar os riscos que certamente a minha pintora vai oferecer às joaninhas! Este assento especial também vem com um truque mágico: em vez de prender atrás com um lacinho como é de praxe nestas coisas, tem um elástico que segura o assento na cadeira e dificulta a vida à minha miúda.
(e ouve-se o som de um riso maquiavélico)   


E esta, hein? Gostam?


Banda sonora de hoje

De olhos fechados...

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Quem adivinha?

Quem adivinha o que isto é? 
Duas pistas: não foi o pinguim que fez das suas e não é uma paisagem polar.... 
O rapaz até é pacifico, foi mesmo a hooligan que tenho cá em casa. Aquela que a semana passada caiu de cabeça e ontem resolveu comer a cor verde dos lápis de cera. Começou uma viagem de montanha russa que vai durar uns anitos, suspeito....

quarta-feira, 9 de abril de 2014

A piolha e as calças

Ainda não tinha mostrado como ficavam vestidas as calças que aqui a Dra Roupa tratou no outro dia (ver aqui para reavivar a memória). Faltava tempo, sol e disposição.... ontem foi o dia. 
A minha filha é linda. Qualquer trapinho lhe fica bem. Essa é que é essa. :-)




terça-feira, 8 de abril de 2014

O jardim da vizinha Maria

Só agora agora começaram os primeiros dias de sol e já a vida brota com força. 
Estou cada vez mais apaixonada pelas flores da minha vizinha e a sua capacidade de fazer tudo crescer e florescer com uma força incrível. Há pessoas assim. Fazem do mundo um lugar muito mais bonito para se viver.
Ainda bem que ela é a minha vizinha. ;-)






segunda-feira, 7 de abril de 2014

Sobre o amor

"Ama-me quando eu menos o merecer, porque será nessa altura que mais necessitarei."
Oscar Wilde 

Frase favorita e que, para mim, está na essência daquilo que é o amor. Qualquer tipo de amor.

Série 2 - Pai SOFRE

Palavras para quê?
Cutá, cutá, cutá!!! E lá se vai um bifinho...

domingo, 6 de abril de 2014

Dói-dói

O tempo passa e quase dois anos depois amo a minha filha de uma forma gigante. Em certos momentos, de uma forma doidivanas mesmo. O coração expande e dilata dentro do peito quando ela gargalha, quando os seus pequeninos braços aninham o meu pescoço no meio deles, quando a oiço respirar adormecida no meu colo. 
Na sexta-feira, ao cair da noite, percebi uma coisa assustadora. As crianças caem por uma razão, seja ela perceptível para nós ou não. Seja porque precisam de aprender, de conhecer os limites do mundo ou simplesmente porque assim tem de ser... A culpa é sempre nossa, é claro. Não os conseguimos proteger, não os conseguimos salvar do malfadado dói-dói. Pelo menos, garanto-vos que é assim que o sinto. E é nessas alturas, quando eles caem que o nosso coração volta ao tamanho normal. O nosso coração de mãe que anda dilatado dentro do peito, sempre pronto a rebentar de amor e orgulho, encolhe de repente provocando uma dores horríveis e quase insuportáveis. Ficamos cegas por momentos, o ar fica rarefeito, o grito que soltámos involuntariamente volta para dentro mais depressa do que saiu e, num ápice, somos o chão, o colo, o ninho daquele corpo, daquele choro. Queremos fazer coro mas não podemos, agora a mãe somos nós. Toca a engolir as lágrimas, a aguentar estoicamente a cruciante dor no peito. 
Ela está bem, a queda nem uma nódoa negra pequenina deixou para acrescentar à historia. Ainda bem. Ela está bem, eu já não sei se estou. 

sábado, 5 de abril de 2014

Refashion para mim parte dois

Tinha dito que quando o meu projecto estivesse pronto, o mostrava. Claro que me arrependi rapidamente mas já estava feito...
Dois problemas :
1) A fotografia engorda para ai uns 10 quilos (pelo menos!), como é de conhecimento geral. 
2) Eu não sou perita em photoshop para conseguir anular o problema do ponto acima! No máximo conseguia tirar ai uns 25% e não me pareceu suficiente. 
Sejam generosos, fechem um dos olhos quando olharem para as fotos finais. Pode ser que eu fique mais magrinha assim. ;-)
Fiz uma saia, numa alteração verdadeiramente simples. Passou de uma T-shirt para uma saia em menos de 30 minutos! (claro que no meu caso, não foram seguidos!) Passo a explicar, também de forma rápida e simples. 
Primeiro escolhe-se a vitima. 

Como ambos eram tecidos escorregadios, prendi os dois com alfinetes antes de cortar para haver menos erros.
Cortei.

Medi o elástico e fiz uma costura dupla.
Prendi com alfinetes o elástico à saia. Frentes viradas uma para a outra.
Deixei a costura do elástico numa das laterais. Fica menos visível. Cosi.

Et Voilá ! Eu tão (aparentemente) descontraída com a minha saia nova!