sexta-feira, 28 de março de 2014

Bonecos do meu coração

Conhecem aquele conselho que se dá aos pais, de oferecer à criança um boneco que lhe proporcione conforto e segurança quando ela vai dormir sozinha na sua cama?
Pois, parece-me que tanto nós (os pais, já identificados em anteriores comentários como os desesperados), como ela (Miss Caracolinhos, a dona dos nossos corações e noites mal dormidas) levámos isso muito a sério. Demasiado, talvez....
  

PS- A criança está a salvo e nenhum boneco fica ferido (muito) durante esta salgalhada.

terça-feira, 25 de março de 2014

Amigas novas...

Adoro quando entramos numa loja e o R diz: "Compra o que quiseres!".
Foi o que eu fiz. Comprei estas. 
Ele é esperto... sabe quando dizer estas coisas para me ganhar o coração sem isso implicar que ele perca a carteira! 




Entra a Dra. da Roupa, sai a Dra. Brinquedos...

A minha piolha cresce a olhos visto. É assustador como a roupa começa a ficar pequena, apertada, curta. Estas calças já fizeram mais de 2000 km, mereciam mais uns mesinhos de vida. 
Peguei num daqueles tecidos que comprei a semana passada e fiz uns acrescentos muito anos 70. Ficaram lindas e ela ainda mais gira com elas vestidas... 
O assustador antes...

Passo a passo para umas calças novas.

 






Fácil? :-) 

segunda-feira, 24 de março de 2014

A conta certa de sapatos.

Quantos pares de sapatos precisa de ter uma menina de quase dois anos? É uma pergunta terrível e que hoje me deixou doente de tanto a remoer. 
A minha mãe deu-me uma educação de poupança e eu, apesar de ter 300 pares de sapatos e umas 500 malas, sou uma mulher poupada. Compro o que gosto e tento (TENTO) não comprar coisas que goste assim-assim, ou que não necessito. Eu preciso de 500 malas porque eu sou 500 mulheres e muitas foram oferecidas, que isso fique já esclarecido! Os meus sapatos duram anooooos! Raramente estrago roupa, sapatos ou malas, o que me causa problemas logisticamente. A opção que me resta para este "problema" é doar, coisa que faço com relativa frequência. Agora que já esclareci este ponto fundamental para a compreensão do meu intrínseco problema, voltemos à vaca fria...
A piolha cresce a uma velocidade vertiginosa, os seus sapatos não vão durar anos (como acontece à sua querida mãezinha e é só por isso que ela acumula vários pares! já falámos sobre isto...) e nós não somos ricos portanto; de quantos pares de sapatos precisa ela? Sapatos que vão durar uma estação, com sorte?!!!??? Comprámos dois pares recentemente e eu quase que comprei um terceiro e um quarto par hoje. 
Será que estou a exagerar? Quatro pares de sapatos para uma estação são demasiados, ou não? Estas pequenas coisas parecem fúteis e triviais, mas a verdade é que hoje senti que definem que tipo de pessoa somos. Que mãe sou eu? A que compra quatro pares de sapatos porque ela (mãe) gostou mesmo deles apesar da filha ainda não conseguir apreciar a beleza de ter quatro pares de sapatos LINDOS, ou sequer necessitar deles? Ou aquela que não compra os quatro pares porque a sua consciência, o seu grilo falante, os traços de uma educação militarista estão aferrados nela e não há forma de os contrariar?
Pior que isto tudo é pensar que estas coisas também a definem a ela. Que tipo de filha estarei a educar com qualquer uma das opções? 

PS- Eu GOSTAVA de ter 300 pares de sapatos e 500 malas mas isso está longe de ser um número real. Para quem ainda está com dúvidas, é um numero muito, muito inferior. Infelizmente.... 

domingo, 23 de março de 2014

Os fungos do meu jardim




Sono, a quanto obrigas...

Truque de pai e mãe desesperados:
" Vês querida? A Dra Brinquedos vai dormir na sua cama sozinha... "
" Estás a ver meu amor, a Lili dorme na sua cama a noite toda!" 
Isto deve ter um nome feio em Psicologia. 
Nem quero saber.



sexta-feira, 21 de março de 2014

Tecidos novos

E é necessário dizer alguma coisa? A sentir-me uma sortuda...
Tecidos maravilhoso da Aline in Wonderland.


Fala barato

Com quase dois anos a minha filha é uma fala barato. Uma palradora nata desde cedo e agora uma fala barato de todo o tamanho.
Ela fala pelos cotovelos e nos embevecidos e emaranhados nos seus novelos de palavras. É fantástica esta parte. Cada vez mais rico o vocabulário. Cada vez mais parvos os pais com a velocidade com que eles absorvem tudo  (nós que pensávamos estar preparados para qualquer coisa por esta altura! para verem como temos a mania....). 
Começo a ficar com medo daquilo que ela aprende, e a arregalar os olhos para aquelas palavras menos bonitas que saem sem aviso quando pequenos acidentes acontecem. E diga-se de passagem que a pais com sono, acidentes tem muito mais probabilidade de acontecer... bater com o dedo pequenino do pé a meio da noite contra um móvel ou parede, ir contra uma porta ou estar mais perto da beira da cama do que se pensa ,são coisas que acontecem a pais com muito sono. 
Sim, começou a censura cá em casa.