sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Bonifácio

A Miss Caracolinhos adora livros, foi inclusive um dos comentários da educadora dela, naquela que foi (ontem) a nossa primeira reunião de pais de todos os tempos. (ainda agora ela nasceu!!) Como nós amamos livros não podíamos sair de lá mais inchados. (sim, eu quase não passava pela porta eu e não pelos motivos habituais!) Desde sempre que ela mexe em livros e que lhe lemos histórias. Adoro livros infantis quase tanto, e em alguns casos até que mais, do que de adulto. 

O Dia em Que o Senhor Bonifácio Ficou em Casa Doente. 
Não vale a pena usar muitas palavras para descrever este livro, basta para mim delicioso! A capa mostra a delicadeza do traço e de repente já só nos apetece ser amigos do Senhor Bonifácio. Já li e reli esta história uma dezena de vezes à minha piolha e continuo a gostar dela com a mesma força. E ela também... 
"Mais, mãe?". 



Lucky me

Porque este vai ser passado frente ao mar. 
Desligar o computador e meter o telefone no silêncio. 
Vou acordar mais tarde que as 7 da manhã (assustador como a fasquia mudou em tão pouco tempo), tomar um grande pequeno-almoço e talvez até, enfiar-me outra vez na cama. Fazer ronha até ao ultimo minuto. 
Prometo. Prometo mesmo. 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Como se faz

Tenho tirado muitas fotos de produto final mas poucas do processo em si. Duas razões para isso acontecer; a primeira é tão simples como estar tão concentrada que me esqueço, e a segunda ainda é mais simples ... eu estou a aprender enquanto vou criando e faço a maioria das coisas intuitivamente. 
Na semana passada, quando estava a fazer a almofada para a cesta da piolha, resolvi documentar o processo em si. Como fiz a grande maioria das costura à noite, as fotos não estão fantásticas mas acho que dá para perceber as diferentes etapas. 
Tenho aprendido muito com as dezenas, centenas, milhares de pessoas, que de uma forma generosa e gratuita, colocam na Internet tutoriais de como fazer tudo e mais alguma coisa. E sem pretensões de querer ensinar alguém partilho estas fotos. Espero que se perceba e que gostem.  

Legenda simples:
1. Cortei quatro peças, duas ovais e duas tiras para os lados. Usei como molde o plástico que tirei da cesta dela. (ver aqui a cesta
2. Cosi as duas tiras nas extremidades, fiquei com uma peça única.
3. e 4. Usei alfinetes para prender a peça lateral (as duas tiras cosidas) a uma das partes ovais. 
5. Cosi com cuidado as duas partes. 
6. Primeiras peças montadas. 
7. e 8. Usei o mesmo método para coser a peça oval que faltava. Devagarinho fui colocando alfinetes para unir tudo. 
9. Cosi, ainda com mais cuidado, para não prender a parte de baixo que já estava cosida. 
10. Não esquecer de deixar uma abertura de 3 cm (aproximadamente) para virar a peça ao contrário. 
11. Depois de virar ao contrário, enchi com enchimento para almofadas que comprei numa retrosaria aqui perto e cosi à mão a abertura. 
The end! 
Parece longo mas é das coisas mais simples que já fiz! 


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A DOR de perder um filho...



E agora para guardar as chuchas...

Até mais ou menos aos seis meses a minha filha não usou chucha. Não queria e nós também não insistíamos muito, essa é a verdade. Assim que eu comecei a trabalhar e ela ficou com a nossa prima, no segundo dia de lá estar, aceitou a chucha e nunca mais a largou. 
O pior é mesmo durante a noite. Quando a chucha cai e ela desperta, o mundo parece que vai acabar. Ao longo destes 20 meses, fomos arranjando truques para ter chuchas por perto durante a noite. A juntar ao escuro temos o factor sono (nosso e dela), que é mesmo muito a grande maioria das vezes, e que faz com que este não seja um processo fácil de gerir. (isto é dizer a coisa de uma maneira simpática para todos!) Quando estava a conversar com a minha cunhada, percebi que tínhamos um problema comum... ela também gosta de dormir e acorda feita maluca à procura das chuchas! 
É ai que entra esta fabulosa ideia para colocar no berço e fazer conjunto com o do pijama! (ideia de duas mães desesperadas por uma boa soneca!) 







segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Para guardar o pijama...

O meu sobrinho mais pequenino, o filho do meu irmão, é um bebé cheio de vida e genica, um bebé que eu amo e adoro encher de mimos. Um dia, vou ser a tia favorita dele. Sim, tenho a certeza que sim. Vou ser a tia favorita dele, nem que seja por cinco minutos que já se sabe como são voláteis os amores e desamores infantis.  
E porque o amor, aquele mesmo bom, é um que se constrói a vida toda, eu hoje tirei um bocado do meu tempo para lhe fazer isto... Para ele (ou a mãezona linda dele) guardar o pijama, livrinhos ou bonecos, o que se quiser. 







One of a kind

Viciada nesta música... cada maluco tem a sua panca e há umas que não se explicam. É a nossa mente subliminar a trabalhar. (aprendi essa há pouco tempo e pareceu-me TÃO lógico!) 
Penso nas grandes mulheres que conheço quando ouço esta música. Mulheres, mães, amigas, tias, avós, primas, conheço tantas de quem me orgulho. Todas uma força da natureza que tornam a minha vida mais rica, todas one of a kind. 


Só não gosto muito da boquinha que o Michael está a fazer no video... não gosto mesmo...

domingo, 26 de janeiro de 2014

Bolsa para documentos do carro

Não tenho a carta há muito anos, como me parece que tem a grande maioria das pessoas da minha idade. Tirei a carta à seis anos (UAU já passou tanto tempo!). Desde esse dia que uso esta bolsa feia, e por esta altura, já com um aspecto meio decrépito.


Isso mudou. Ter  uma máquina de costura realmente é uma maravilha... Agora vou usar esta bolsa mas suspeito que não vai durar tanto como a anterior. Alias, tenho quase a certeza que não vou demorar seis anos até fazer uma nova. 






Nota importante: foi feita com restos de tecidos de outros projectos, são fáceis de fazer e rápidas... como se quer quando temos pouco tempo e nos apetece uma coisa gira para nós ou para oferecer! 

sábado, 25 de janeiro de 2014

Honestidade...


Adorei!
Quantas vezes o fazemos? E quantas vezes não se confunde ser honesto com ser mau ou cruel? Será que a honestidade tem um preço às vezes demasiado elevado? Tinha dito que ia tentar não pensar demais este ano de 2014, mas está difícil perder este velho hábito! :-)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Nuvens, nuages, clouds...

Comecei por explicar o que me levou a fazer este individual, mas depois percebi que não me apetecia estar com grandes explicações, porque a verdade parece-me simples e a melhor opção. Gosto de nuvens. Gosto da ideia, do formato, da aparente consistência das nuvens. Claro que haverá muitas outras e talvez mais eloquentes razões, mas por agora, esta chega-me. Gosto de nuvens. 
Fiz esta.
Não gosto muito desta nuvem.
Pensei que era mais fácil. Bastava desenhar uma nuvem, passar para o tecido e fazê-la relativamente fofinha para a coisa resultar. O meu primeiro e maior erro foi esse. Não basta desenhar uma nuvem, há que, para bem do corte no tecido, que a mesma seja o mais igual possível para que o lado de cima corresponda ao de baixo, que seja simétrico o mais possível.
Em seguida, para que se note que é uma nuvem (e não alguma coisa parecida a uma nuvem), há que acentuar as suas arredondadas formas ao desenhar porque ao transpor para o tecido fica tudo muito menos definido. O resultado é o que se vê... tecidos muito giros numa coisa que se assemelha a uma nuvem para eu colocar o meu prato de fruta. 
Já me esquecia, ficou pequena. É uma mini nuvem com formas pouco definidas...