terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A DOR de perder um filho...



E agora para guardar as chuchas...

Até mais ou menos aos seis meses a minha filha não usou chucha. Não queria e nós também não insistíamos muito, essa é a verdade. Assim que eu comecei a trabalhar e ela ficou com a nossa prima, no segundo dia de lá estar, aceitou a chucha e nunca mais a largou. 
O pior é mesmo durante a noite. Quando a chucha cai e ela desperta, o mundo parece que vai acabar. Ao longo destes 20 meses, fomos arranjando truques para ter chuchas por perto durante a noite. A juntar ao escuro temos o factor sono (nosso e dela), que é mesmo muito a grande maioria das vezes, e que faz com que este não seja um processo fácil de gerir. (isto é dizer a coisa de uma maneira simpática para todos!) Quando estava a conversar com a minha cunhada, percebi que tínhamos um problema comum... ela também gosta de dormir e acorda feita maluca à procura das chuchas! 
É ai que entra esta fabulosa ideia para colocar no berço e fazer conjunto com o do pijama! (ideia de duas mães desesperadas por uma boa soneca!) 







segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Para guardar o pijama...

O meu sobrinho mais pequenino, o filho do meu irmão, é um bebé cheio de vida e genica, um bebé que eu amo e adoro encher de mimos. Um dia, vou ser a tia favorita dele. Sim, tenho a certeza que sim. Vou ser a tia favorita dele, nem que seja por cinco minutos que já se sabe como são voláteis os amores e desamores infantis.  
E porque o amor, aquele mesmo bom, é um que se constrói a vida toda, eu hoje tirei um bocado do meu tempo para lhe fazer isto... Para ele (ou a mãezona linda dele) guardar o pijama, livrinhos ou bonecos, o que se quiser. 







One of a kind

Viciada nesta música... cada maluco tem a sua panca e há umas que não se explicam. É a nossa mente subliminar a trabalhar. (aprendi essa há pouco tempo e pareceu-me TÃO lógico!) 
Penso nas grandes mulheres que conheço quando ouço esta música. Mulheres, mães, amigas, tias, avós, primas, conheço tantas de quem me orgulho. Todas uma força da natureza que tornam a minha vida mais rica, todas one of a kind. 


Só não gosto muito da boquinha que o Michael está a fazer no video... não gosto mesmo...

domingo, 26 de janeiro de 2014

Bolsa para documentos do carro

Não tenho a carta há muito anos, como me parece que tem a grande maioria das pessoas da minha idade. Tirei a carta à seis anos (UAU já passou tanto tempo!). Desde esse dia que uso esta bolsa feia, e por esta altura, já com um aspecto meio decrépito.


Isso mudou. Ter  uma máquina de costura realmente é uma maravilha... Agora vou usar esta bolsa mas suspeito que não vai durar tanto como a anterior. Alias, tenho quase a certeza que não vou demorar seis anos até fazer uma nova. 






Nota importante: foi feita com restos de tecidos de outros projectos, são fáceis de fazer e rápidas... como se quer quando temos pouco tempo e nos apetece uma coisa gira para nós ou para oferecer! 

sábado, 25 de janeiro de 2014

Honestidade...


Adorei!
Quantas vezes o fazemos? E quantas vezes não se confunde ser honesto com ser mau ou cruel? Será que a honestidade tem um preço às vezes demasiado elevado? Tinha dito que ia tentar não pensar demais este ano de 2014, mas está difícil perder este velho hábito! :-)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Nuvens, nuages, clouds...

Comecei por explicar o que me levou a fazer este individual, mas depois percebi que não me apetecia estar com grandes explicações, porque a verdade parece-me simples e a melhor opção. Gosto de nuvens. Gosto da ideia, do formato, da aparente consistência das nuvens. Claro que haverá muitas outras e talvez mais eloquentes razões, mas por agora, esta chega-me. Gosto de nuvens. 
Fiz esta.
Não gosto muito desta nuvem.
Pensei que era mais fácil. Bastava desenhar uma nuvem, passar para o tecido e fazê-la relativamente fofinha para a coisa resultar. O meu primeiro e maior erro foi esse. Não basta desenhar uma nuvem, há que, para bem do corte no tecido, que a mesma seja o mais igual possível para que o lado de cima corresponda ao de baixo, que seja simétrico o mais possível.
Em seguida, para que se note que é uma nuvem (e não alguma coisa parecida a uma nuvem), há que acentuar as suas arredondadas formas ao desenhar porque ao transpor para o tecido fica tudo muito menos definido. O resultado é o que se vê... tecidos muito giros numa coisa que se assemelha a uma nuvem para eu colocar o meu prato de fruta. 
Já me esquecia, ficou pequena. É uma mini nuvem com formas pouco definidas... 


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Cama de bonecas parte II

E está pronta a alcofa-cesta-cama-de-viagem para as bonecas da Miss Caracolinhos. Nos últimos dias, os bonecos andavam  a dormir à vez em cima da almofada mas espalhados pelo chão... falta a mantinha que caminha devagar. Fiz tudo com pedaços de tecido que tinham sobrado de outras coisas e por isso nada fica "perfeitamente" a condizer, mas a verdade, é que até gosto mais assim. 
Mais uma vez a Lili foi a modelo. (acho que é das mais fotogénicas, desconfio que ela também gosta disto, brinda-me sempre com um sorriso!)






Ontem e hoje foi assim...

Sempre fui uma rapariga da cidade. Dos cafés, restaurantes, cinemas, bares, do barulho dos carros e das motas, dos centros comerciais, das correrias e atropelos. Agora vivo no campo. Foi escolha minha. Escolha nossa. Escolha que se impôs naquilo que é a vida que queremos. Gosto tanto. Gosto muito mais do que supus.

Sair porta fora e andar sozinha no meio destes caminhos de árvores, pedra e lama não é natural para mim, não é inato e não sabe a memória. Sabe a estranho, a adrenalina, a sentidos alerta. Embora já tenha muitas vezes feito este caminho com outros, agora parece tão diferente. Não há vozes para me distrair e não estou concentrada neles mas sim onde ponho os pés, na pulsação do meu coração, no som que o casaco impermeável que tenho vestido faz. Trinta e cinco minutos a andar pelo meio das árvores, por caminhos de lama, a saltar para não cair e a sentir-me ridícula com o meu mini chapéu de chuva na mão que, só por causa das coisas, não abri.  



segunda-feira, 20 de janeiro de 2014