Sim, já é segunda novamente. Passaram dois dias a correr, ricos, tão cheios, como se quer que sejam os fins de semana, como se quer que seja a vida.
Estivemos em Loulé. Tivemos direito a tanto. Sinto-me uma sortuda.
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
33 anos e ainda perdida
Comecei este blogue em Setembro do ano passado porque, mais uma vez, a minha vida estava em mudança e me apetecia ter um registo da minha aventura na costura (muito mais do que explorar a faceta da maternidade, admito!). Queria mostrar a mim mesma o que podia fazer, o que conseguia fazer. E partilha-lo com outros, é a verdade.
O tempo passa e a costura é o mote mas a maternidade é sempre presença latente. Se analisar a coisa, talvez chegue à conclusão que se não fosse a maternidade; a costura, a vida mais calma, as bolachas, as flores, os passeios de quilómetros, as alterações de horários, hábitos e rotinas ter-se-iam mantido inalteráveis. Talvez se pensar muito nisso, chegue à conclusão que ser mãe foi o trigger para o resto. Foi a razão, a consequência, o meu destino que crio todos os dias.
Ser mãe é assustador. Há dias em que é quase paralisante. Palavra chave aqui é quase porque esse não é um luxo que possamos ter de verdade. Achamos que temos tudo alinhavado, como as bainhas, e de repente o mundo escapa por entre os dedos; aparece uma febre, faz-se uma birra descomunal para mudar a fralda, afinal já não se gosta desta sopa ou o boneco Zé desapareceu e sem ele não mexemos mais um músculo! Este é o trabalho mais exigente que já desempenhei. Aquele que requer mais de mim a toda a hora, um aberto 24 horas / 7 dias por semana, e no qual sinto que estou em formação constante. E se formos falar em avaliação também constante... upa upa...
Mas depois de me sentar no sofá, respirar fundo, contar até 10 (ou 10 000), sinto que não abdicava de nada do que vivo, nem do que experiencio ao lado dela, por nada deste mundo, confesso.
Com 33 anos e ainda perdida.
Resumindo,
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Bolinhos para o R
R estás mesmo a merecer uns bolinhos destes.
Ou serei eu que os estou a merecer?
Bem, por via das dúvidas, comemos os dois. Que tal?
PS- Blogue maravilhoso, LINDO, sobre comidinha boa. Somos cá uns gulosos!
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Flores, tecidos e paredes
Tenho uma amiga querida que, há uns tempos atrás, me disse que devíamos estar a ficar velhas. Agora gostamos de flores, de tecidos com flores, de jarras com flores, de padrões coloridos com flores. Será que estamos mesmo?
Para ti, aqui ficam paredes com flores, forradas com maravilhosos tecidos ou papel de parede. E correndo o risco de me repetir, com flores, como nós gostamos.
Fonte: PINTEREST! Que vicio!
35 Coisas que gosto em ti OU o post mais lamechas de todos os tempos OU somente o post mais meloso deste pequeno mundo que é o nosso.
1. Da tua barba espessa
2. dos teus olhos ora da cor do mar, ora do céu
3. de seres um maravilhoso, fantástico, SEMPRE presente PAI
4. da maneira confiante como andas
5. da forma como me dás a mão quando caminhas ao meu lado
6. dos teus suspiros a meio de uma discussão
7. das tuas mãos sempre por perto
8. de como adormeces assim que deitas a cabeça na almofada
9. da confiança que tens em nós
10. de sonhares pelos dois, pelos três
11. da tua generosidade constante
12. da tua tolerância para com o erro (meus, teus, nossos, do mundo), excepto quando vais ao volante do teu Ferrari particular
13. de como me beijas ao acordar
14. do teu cabelo branco a conquistar o negro
15. de dizeres piadas sem piada
16. de conseguires rir sozinho das tuas piadas
17. de no fim me fazeres rir de rires das tuas piadas sem piada
18. de dizeres que vamos abrir um restaurante cada vez que eu faço uma coisinha mais elaborada que uma omelete para o jantar
19. de seres um bom filho
20. dos teus dentes
21. de me dizeres "isso é novo?" quando já o vesti 33 000 vezes
22. de te atrapalhares quando vais dizer que também gostas de mim
23. da forma como danças
24. dos teus pés frios à procura dos meus
25. de fazeres as torradas todas as manhãs
26. da tua voz quando andas pela casa a cantar
27. dos teus longos abraços espontâneos
28. de fazeres planos para sempre
29. de seres o primeiro a levantar a meio da noite
30. de quase, quase, mesmo quase, nunca te queixares
31. da tua coragem
32. da tua dedicação
33. da tua integridade
34. de abanares a cabeça enquanto ouves atentamente os meus sonhos
35. de deixares o meu ego e o meu orgulho intactos tantas vezes
Podia continuar.
Custou-me ficar pelas 35 porque são muitas mais as coisas que gosto em ti.
Clichés. Sim, alguns, talvez muitos. A vida é feita deles.
Mas o maior deles digo-te logo ao ouvido.
2. dos teus olhos ora da cor do mar, ora do céu
3. de seres um maravilhoso, fantástico, SEMPRE presente PAI
4. da maneira confiante como andas
5. da forma como me dás a mão quando caminhas ao meu lado
6. dos teus suspiros a meio de uma discussão
7. das tuas mãos sempre por perto
8. de como adormeces assim que deitas a cabeça na almofada
9. da confiança que tens em nós
10. de sonhares pelos dois, pelos três
11. da tua generosidade constante
12. da tua tolerância para com o erro (meus, teus, nossos, do mundo), excepto quando vais ao volante do teu Ferrari particular
13. de como me beijas ao acordar
14. do teu cabelo branco a conquistar o negro
15. de dizeres piadas sem piada
16. de conseguires rir sozinho das tuas piadas
17. de no fim me fazeres rir de rires das tuas piadas sem piada
18. de dizeres que vamos abrir um restaurante cada vez que eu faço uma coisinha mais elaborada que uma omelete para o jantar
19. de seres um bom filho
20. dos teus dentes
21. de me dizeres "isso é novo?" quando já o vesti 33 000 vezes
22. de te atrapalhares quando vais dizer que também gostas de mim
23. da forma como danças
24. dos teus pés frios à procura dos meus
25. de fazeres as torradas todas as manhãs
26. da tua voz quando andas pela casa a cantar
27. dos teus longos abraços espontâneos
28. de fazeres planos para sempre
29. de seres o primeiro a levantar a meio da noite
30. de quase, quase, mesmo quase, nunca te queixares
31. da tua coragem
32. da tua dedicação
33. da tua integridade
34. de abanares a cabeça enquanto ouves atentamente os meus sonhos
35. de deixares o meu ego e o meu orgulho intactos tantas vezes
Podia continuar.
Custou-me ficar pelas 35 porque são muitas mais as coisas que gosto em ti.
Clichés. Sim, alguns, talvez muitos. A vida é feita deles.
Mas o maior deles digo-te logo ao ouvido.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Feeling... cansada.
A sentir-me cansada e com uma comichão tremenda para costurar.
A precisar de um café ou de uma gigantesca fatia de bolo de chocolate.
A pedir ao universo para que, hoje pelo menos, nenhuma mãezinha preguiçosa estacione o carro mesmo à porta da escola da piolha, bloqueando parcialmente o meu (bem estacionado) carro.
A pedir paciência para que, se isso acontecer, eu não lhe ensine uma lição à base da palmada.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
As mulheres são terríveis....
O problema mesmo, e assim mais evidente para mim, é o leque de coisas pelas quais uma mulher comum se apaixona.
Sim, da mesma maneira que estamos capacitadas para fazer várias coisas ao mesmo tempo,também o estamos para amarmos com intensidade várias coisas ao mesmo tempo.... malas, sapatos, brincos, roupa, cestas de verga, livros, botões ou tecidos (só para dar uns exemplos pequeninos e nada evidentes). Eu sou, assumidamente, uma mulher de muitos amores. Hoje apaixonei-me por estes brincos. Amanhã quem sabe?
R., não é uma dica.
Eu me lembro .... a fantástica banda sonora do meu dia!
“Era manhã
Três da tarde
Quando ele chegou
Foi ela que subiu
Eu disse: "Oi! Fica à vontade"
Eu é que disse "Oi", mas ela não ouviu
Três da tarde
Quando ele chegou
Foi ela que subiu
Eu disse: "Oi! Fica à vontade"
Eu é que disse "Oi", mas ela não ouviu
E foi assim que eu vi que a vida colocou ele/ela pra mim
Ali naquela Terça-Feira/Quinta-Feira de Setembro/Dezembro
Por isso eu sei de cada luz, de cada cor de cor
Pode me perguntar de cada coisa
Que eu me lembro
Ali naquela Terça-Feira/Quinta-Feira de Setembro/Dezembro
Por isso eu sei de cada luz, de cada cor de cor
Pode me perguntar de cada coisa
Que eu me lembro
A festa foi muito animada
Oito ou nove gatos-pingados no salão
Eu adorei a feijoada
Era presunto enrolado no melão
Oito ou nove gatos-pingados no salão
Eu adorei a feijoada
Era presunto enrolado no melão
E foi assim que eu vi que a vida colocou ele/ela pra mim
Ali naquela Terça-Feira/Quinta-Feira de Setembro/Dezembro
Por isso eu sei de cada luz, de cada cor de cor
Pode me perguntar de cada coisa
Que eu me lembro
Que eu me lembro
Ali naquela Terça-Feira/Quinta-Feira de Setembro/Dezembro
Por isso eu sei de cada luz, de cada cor de cor
Pode me perguntar de cada coisa
Que eu me lembro
Que eu me lembro
Ela me achou muito engraçado
Ele falou, falou e eu fingi que ri
A blusa dela tava do lado errado
Ele adorou o jeito que eu me vesti
Ele falou, falou e eu fingi que ri
A blusa dela tava do lado errado
Ele adorou o jeito que eu me vesti
E foi assim que eu vi que a vida colocou ele/ela pra mim
Ali naquela Terça-Feira/Quinta-Feira de Setembro/Dezembro
Por isso eu sei de cada luz de cada cor de cor
Pode me perguntar de cada coisa
Que eu me lembro
Eu me lembro
Eu me lembro
Eu me lembro”
Ali naquela Terça-Feira/Quinta-Feira de Setembro/Dezembro
Por isso eu sei de cada luz de cada cor de cor
Pode me perguntar de cada coisa
Que eu me lembro
Eu me lembro
Eu me lembro
Eu me lembro”
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Banda sonora de hoje
Fã desta voz, do cabelo, das calças rouxas, do nariz, da voz, da voz e ainda da voz.
Life will go on.
Life will go on.
Flores e tecidos
Deve ser evidente, pela quantidade de posts sobre as ditas cujas, que eu adoro flores. Adoro mesmo, e sou da opinião que todas as mesas deviam ter flores para acompanhar a refeição, a conversa e a troca de carinho.
Hoje fui fazer umas compras rápidas, que amanhã tenho amigos com quem partilhar o almoço, e não resisti a comprar umas flores brancas para misturar com as lavandulas do meu canteiro. Depois de fazer o arranjo sem arranjo (meti-as para dentro da jarra, fiz o que poderia ser interpretado como um gesto de quem sabe o que faz, mas na verdade foram só uns miminhos e está feito!), sobravam umas pequenas coitadas que ficavam meio afogadas. Cortei-as e fiz outro arranjo ainda mais simples.
Com uma fita de tecido, um copo de iogurte e meia dúzia de botões de flores se faz isto.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Lucky me
Porque este vai ser passado frente ao mar.
Desligar o computador e meter o telefone no silêncio.
Vou acordar mais tarde que as 7 da manhã (assustador como a fasquia mudou em tão pouco tempo), tomar um grande pequeno-almoço e talvez até, enfiar-me outra vez na cama. Fazer ronha até ao ultimo minuto.
Prometo. Prometo mesmo.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
One of a kind
Viciada nesta música... cada maluco tem a sua panca e há umas que não se explicam. É a nossa mente subliminar a trabalhar. (aprendi essa há pouco tempo e pareceu-me TÃO lógico!)
Penso nas grandes mulheres que conheço quando ouço esta música. Mulheres, mães, amigas, tias, avós, primas, conheço tantas de quem me orgulho. Todas uma força da natureza que tornam a minha vida mais rica, todas one of a kind.
Só não gosto muito da boquinha que o Michael está a fazer no video... não gosto mesmo...
sábado, 25 de janeiro de 2014
Honestidade...
Adorei!
Quantas vezes o fazemos? E quantas vezes não se confunde ser honesto com ser mau ou cruel? Será que a honestidade tem um preço às vezes demasiado elevado? Tinha dito que ia tentar não pensar demais este ano de 2014, mas está difícil perder este velho hábito! :-)
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Ontem e hoje foi assim...
Sempre fui uma rapariga da cidade. Dos cafés, restaurantes, cinemas, bares, do barulho dos carros e das motas, dos centros comerciais, das correrias e atropelos. Agora vivo no campo. Foi escolha minha. Escolha nossa. Escolha que se impôs naquilo que é a vida que queremos. Gosto tanto. Gosto muito mais do que supus.
Sair porta fora e andar sozinha no meio destes caminhos de árvores, pedra e lama não é natural para mim, não é inato e não sabe a memória. Sabe a estranho, a adrenalina, a sentidos alerta. Embora já tenha muitas vezes feito este caminho com outros, agora parece tão diferente. Não há vozes para me distrair e não estou concentrada neles mas sim onde ponho os pés, na pulsação do meu coração, no som que o casaco impermeável que tenho vestido faz. Trinta e cinco minutos a andar pelo meio das árvores, por caminhos de lama, a saltar para não cair e a sentir-me ridícula com o meu mini chapéu de chuva na mão que, só por causa das coisas, não abri.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
As bolachas da Ana Maria
Ontem recebi um presente. Umas bolachas maravilhosas que cheiravam a chocolate, a amendoim mas sobretudo a amor e a carinho. Comecei a comer aos poucos porque não queria que acabassem e agora, com a última na mão, sei que vão deixar saudades. ;-) Tenho amigas maravilhosas. Obrigada
Vou pedir a receita para partilhar porque as coisas boas (muito boas mesmo) devem ser partilhadas.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Post lamechas
Sou a favor, e uma praticante fervorosa, do dizer aos outros o quanto gostamos deles sempre que nos apetece, sempre que o peito se aperta, sempre que bate a saudade ou simplesmente quando nos sentimos agradecidos.
Por isso e para ser coerente comigo mesma:
Caramba R! gosto mesmo, mesmo, mesmo, mesmo muito de ti!
Esta foi uma das prenda de Natal do R para mim e eu hoje descobri para que servem TODOS estes lindos pés para a minha máquina de costura!
Não sei se já disse, que assim que decidi que ia comprar uma máquina, ele surpreendeu-me com uma. No Natal ofereceu-me todas aquelas coisas caras que eu andava a namorar para a costura e não me atrevia a comprar. Este homem alimenta os meus sonhos. Que mais posso fazer que amá-lo cada vez mais?
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