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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Caramelos

O Natal está a chegar. Parece que quanto mais tempo passa e mais filhas tenho (ah ah ah :-) ) mais gosto do Natal. Não o Natal do comprar porque sim mas o Natal do fazer porque é tão bom partilhar, porque é tão bom dar aos outros um doce, um mimo, um carinho especial. 
Sem fundamentalismos é claro. Uma coisa que aprendi (à força) nestes últimos dois anos é que não consigo fazer tudo e o tentar fazê-lo a todo o custo tira a magia do dar. 
Deixo-vos uma receita maravilhosa para quem for guloso ou quiser fazer para oferecer aos amigos... Basta cortar aos cubos com uma faca afiada e enrolar em papel vegetal. Eu estou a tentar, a sério, mas acho que não vamos conseguir oferecer muitos. 
Derretem na boca meus amigos, derretem na boca... ;-) 

Espreitem aqui para a receita.  
Notas: usei manteiga com sal e não usei baunilha. 


sábado, 13 de dezembro de 2014

Pesto de espinafres

Eu sou a favor de refeições rápidas e práticas. Já aqui partilhei algumas comidinhas simples, rápidas e saborosas, com ingredientes de que gosto particularmente: batata doce, rúcula, ananás, pêras... enfim, um sem número de coisas boas. 
Ontem, foi dia de inventar outra vez. Como diz uma amiga minha: "a obrigatoriedade arruína a criatividade" e eu ontem estava sem paciência para muito, por isso precisava de uma coisa extra rápida e fácil. Nisto, sai um pesto de espinafres e noz para colocar sobre a massa... fiquei convencida e o R também. 
Deu para dois e sobrou um bocadinho. 
Fiz pouco porque estava com receio dos sabores não se harmonizarem (nem sempre estas minhas experiências dão bons resultados mas não contem a ninguém que só vos mostro as experiências boas).

Ingredientes: 100 g de espinafres lavados crus + 1 dente de alho + 50 ml azeite + 30 queijo parmesão ralado + 15 nozes inteiras - uns 25 segundos na bimbólica à velocidade 4. Finito!! Espalhar sobre a massa e comer. 


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Febre e um bolo

Nos último mês, mês e meio, parece que a piolha esteve quase sempre doente. Quando não estava ela, estava eu. 
Sábado passeio na serra, domingo à noite visita à nossa maravilhosa pediatra. Tosse, muita tosse que é sempre a primeira coisa a surgir com força. Nestes dias, o colo é o remédio mais procurado, o alimento nunca negado e um exercício que me deixa completamente exausta. À medida que as horas passam e ela recusa qualquer comida, as convicções e fundamentalismos desaparecem e surgem os bolos, os ovos estrelados, as batatas fritas, seja o que for que a faça abrir a boca. 
Ontem, quase sem açúcar em casa, sem poder sair para o ir comprar e com minutos para fazer um bolo antes de o colo ser novamente exigido, criatividade foi a palavra de ordem. E sai um bolo de iogurte grego e mirtilos em tamanho mini.
Not bad.... 


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Batata doce

De certeza que daqui a uma semana estou farta de comer batata doce. Eu explico porquê. É que ando viciada (na falta de uma palavra melhor esta parece ser a mais honesta) em batata doce mas cozinhada de uma forma especifica. É fácil, e rápida. Como eu gosto mais. 
Além disso, os meus queridos paizinhos ofereceram-me um saco de batatas doces aquando da nossa última visita. 
Aqui vai: batata doce, fatiada aos palitos ou às rodelas, sal, alecrim e um fio de azeite. Só isto!
Vai ao forno, o tempo de cozedura depende do tamanho e espessura das batatas portanto o melhor é irem dando uma olhadela. Pode servir como "petisco" ou acompanhar um prato de carne ou peixe que já ouvi dizer que fica muito bom! :-)



quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Lunch is over

Sou uma adepta de comida rápida e de preferência saudável. Se possível, é claro, porque se não for possível uma pizza ou um hambúrguer confesso que não me chateiam muito. 
O que eu gosto mesmo, mas mesmo, é que seja outra pessoa a fazer o almoço ou o jantar. Infelizmente a minha piolha só tem dois anos e pouco e ainda não mostrou grande gosto pela coisa, portanto, resta o R que está de serviço sempre que está em casa. Nos restantes dias que são a grande, grande, às vezes esmagadora, maioria resto eu. 
Os almoços como por norma são só para mim, são rápidos e práticos. Como este ou este. Nem só de bolos vive esta mulher. Era bom, mas não é a verdade. Os jantares já são, a maioria das vezes mais elaborados, afinal tenho um homem e uma glutona cá em casa. 
Hoje foi dia de uma dessas rapidinhas. Na cozinha é uma das minhas receitas favoritas: tortellini com espinafres. Compro uma embalagem deles já "montados" depois cozo-os em água e sal. Tiro a água e coloco-os numa frigideira (no no mesmo sítio onde os cozi) com um fio de azeite e manjericão cortado que nem uma profissional. Sim, porque a minha vida mudou no dia em que vi a Nigella a cortar ervas aromáticas com uma tesoura. Nesse dia tornei-me um profissional em cortar ervas aromáticas... ;-) 
Fica delicioso e está pronto em tempo recorde. 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Azeite + alho + alecrim

Agora, que não há doce de morango para encher este frascos, uso a bimbólica para me ajudar a descascar uma quantidade considerável de alhos, encho o frasco de azeite e, por vezes, coloco um pouco de alecrim. 
Vai ao frigorífico e os alhos estão prontos a usar durante bastante tempo. O azeite fica com um paladar bem mais forte, característica que o alho e o alecrim lhe conferem e que eu adoro. 
Fazer umas bruschettas com este azeite é qualquer coisa... 


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Embrulhos

Eu gosto mesmo de fazer embrulhos. E não é só no Natal. Para mim, é o ano todo. Da mesma forma que me dá prazer fazer coisas especiais para aqueles de quem gosto, também me alegra fazer embrulhos personalizados quando ofereço coisas que não fui eu que fiz. 
Desta vez foi chá de lúcia-lima. Adoro o cheiro e faz um chá maravilhoso. 
Se possível acompanhar com um bolinho. É mais fácil digerir o chá assim, não sabiam? ;-) 
Usei papel pardo, este tutorial (parcialmente), fita-cola de tecido que comprei na Tiger e lavanda do jardim. 
  



terça-feira, 23 de setembro de 2014

Um bolo de mel

Ontem fiz um bolo de mel. 
Estava com saudades da minha infância, dias de muita chuva deixam-me invariavelmente nostálgica e com vontade de coisas quentes. Andava há umas duas semanas a pensar no bolo de mel que a minha avó fazia quando eu era pequena. Lembro-me que era um bolo maravilhoso, cheirava a mel de uma forma inebriante e não era possível comer só um pedacinho. Era tão bom que, quando o meu pai estava a viver na Bélgica, a minha avó fazia um bolo para eu lhe levar. E eu, levava um bolo inteiro no colo durante umas três horas só para ele ser o primeiro a tirar uma fatia. Hoje, dou graças por irmos de avião, o que representava umas três horas a engolir saliva desenfreadamente, em vez de umas quase trinta das viagens de camioneta... 
Confesso que não sou muito boa a seguir receitas. Mais uma vez foi uma adaptação desta que encontrei e que dá para fazer na minha amiga bimbólica. Os dela ficavam grandes, lindos e não saiam para fora da forma, nem ficavam com aspecto de ter caído ao chão como este. Sou uma amadora. Demasiada massa para a forma. Ficou bom mas não é o bolo da minha avó.
Esse, a memória garante-me que era o melhor do mundo.

 

Chá de erva Lúcia-lima. Outro cheiro maravilhoso. 


terça-feira, 2 de setembro de 2014

Frutos vermelhos

A duas sabe melhor. Depois queixo-me... ;-)
Quinta-feira a piolha já deve ir para a escola. Recomeçam as manhãs com objectivos específicos, o pensar o que lhe vestir, o preparar o saco das fraldas, os horários, o trabalho, as correrias e os sustos, já não há luta para dormir a sesta, diminui o número de birras para mudar a fralda, voltam os almoços sozinha e a casa silenciosa durante o dia enquanto trabalho. 
Recomeçam as saudades e o olhar para o relógio. 


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Pêras e Canela



Cada vez que estou com os meus pais, venho carregada de sacos. Seja plantas para o jardim, ovos, fruta ou legumes, nunca venho de lá só com os mimos habituais. 
O meu último vicio é este. Pêras cozidas. Ficam maravilhosas. Claro que o ingrediente principal é de primeira qualidade, biológico, do quintal dos meus pais. 
Cozo-as com pouca água, duas colheres de sopa de açúcar amarelo e um pau de canela. Assim que estão cozidas, para não se desfazerem que ficam sem piada nenhuma, tiro-as da panela mas deixo a água de cozedura mais um bocadinho ao lume para ficar uma calda mais grossa. Assim que a calda engrossa um bocadinho apago o lume e rego as peras com a calda. 
Depois de arrefecerem no frigorífico durante uma horita ficam prontas a ser devoradas avidamente. 



terça-feira, 5 de agosto de 2014

Bolachinhas

Acabei de fazer as piores bolachas do mundo. 
Já tinha falado delas aqui mas só agora repesquei a receita dos favoritos e a fiz. Estava a precisar de uma coisinha com chocolate, daquelas mesmo gulosas para levar na mala amanhã. Assim que arrefeceram e mordi uma, senti as papilas gustativas a bater palminhas.
Receita aqui. Mas não se fiquem só pelas bolachas que este blogue é daqueles de morrer de amor ou de gula, como quiserem.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Oregãos

Sou filha de um alentejano. Acho que está tudo dito quanto ao meu amor por oregãos mas posso acrescentar só mais uma coisa. Sou filha de um alentejano que adora oregãos. 
Nos campos que rodeiam a nossa casa eles nascem selvagens misturados com o resto da vegetação. Nos nossos passeios para apanhar amoras, fazemos pequenos ramos que colocamos a secar assim que chegamos a casa. Passados umas semanas estendemos um pano na bancada da cozinha e tratamos de encher frascos com esta erva aromática maravilhosa. 
Com a ajuda dela há o dobro dos oregãos espalhados pelo chão mas também, se não fosse assim, não era tão divertido. 

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Bolos e amoras

Um bolo de banana e coco, tínhamos muitas da madeira a ficarem pretas em cima da bancada. Do livro Delicioso Piquenique, da Isabel Zibaia Rafael com ligeiras adaptações e feito na  minha amiga bimbólica. Uma delicia. 

Amoras. Apanhámos ontem, tantas. A Miss Caracolinhos vem destes nossos passeios com a língua preta, as mãos tingidas de negro e a barriga cheia. Eu gosto mais delas lavadas e fresquinhas mas não as recuso à minha comilona favorita mornas e directamente da planta. 
O que não mata engorda e na idade dela isso ainda não é um problema ;-)! 

domingo, 20 de julho de 2014

Polpa

Esta semana fiz polpa de tomate caseira. Simples de fazer na bimby e fica maravilhoso. Não segui nenhuma receita, coloquei só as coisas que gosto. Um refogado, tomate, sal, manjericão e um bocadinho de cenoura. Foi assim que ficou, com esta cor. Onde está o encarnado que vemos em todos os frascos? Sei que a cenoura fez o seu papel mas já repeti a experiência sem cenoura e o resultado é muito similar. 
É nestas coisas que se vê a quantidade de químicos que consumimos nas coisas mais simples. Dá que pensar, não? 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Hoje

Hoje fiz duas coisas que gosto muito. Também fiz uma carrada de outras coisas estas não foram as únicas, mas foram as melhores, até agora.
Uma saia e um gelado. 
Uma saia para combinar com os meus sapatos que adoro, super baratinhos e confortáveis (numa primark perto de si). Um gelado de mirtilos para ... para... para.... comer gelado basicamente. Fácil e rápido (na minha nova amiga, a bimby). Bastou uma caixa de mirtilos congelados, 80 g de açúcar e dois iogurtes gregos. Estava bom, ao jantar vai o resto. 



terça-feira, 8 de julho de 2014

Morangos parte 329

O verão parece não chegar mas os morangos não acabam. Agora a conta-gotas.
Sempre doces. Estes estavam aos beijinhos.
Apanho-os para ela, que os come assim que chega.
O caracol ali do meio safou-se por um triz.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Ananás, gengibre e hortelã

500 g de Ananás
1 colher de chá de gengibre em pó
5 folhas de hortelã
80 g de açúcar amarelo
1,5 litros de água

Tritura-se tudo na bimbólica ou outra maquineta do género. Junta-se água e o açúcar amarelo (também deve ficar bom com agave ou mel). 
Fica uma delicia fresquinho. Mas sabem qual é a melhor parte?
Tem duas palhinhas, dá para partilhar.



quinta-feira, 12 de junho de 2014

Estou perdida

Agora é que a coisa vai descambar completamente.
Porquê?- perguntam vocês. Que se passa?...
O R ofereceu-me uma BIMBY!
Piadas à parte (sim, a bimby antes era eu e agora somos duas na cozinha e sim, agora é que ele não mete lá os pés!), hoje fiz a minha primeira receita lá e percebi que estou perdida para sempre. Esta maquineta vai chamar de volta aqueles míseros quilos que eu com tanto (enorme, GIGANTE, tremendo) esforço consegui perder. 
Ponham os olhos nestes scones feitos à quinze minutinhos. Senti-me e sentei-me. Senti-me uma mestre da arte culinária e sentei-me a comer uns quatro. Ai desgraça. Com manteiga e com doce de morango. Perdoa-se porque não almocei, foi disso, foi de não almoçar. 
Triturei o centeio e só usei essa farinha de centeio, fora isso usei a receita original do livro base. Sementes de sésamo e um pedaço de noz em cada.



segunda-feira, 9 de junho de 2014

Morangos e um doce

Esta é uma das minhas alturas favoritas do ano. Os mercados estão cheios de morangos e cerejas e eu encho a barriga de todas as coisas boas que estas duas frutas nos podem dar. A fruta madura deixa-me sempre de água na boca. 
Há pouco tempo descobri uma receita de doce de morango e sementes de chia que achei que era a minha cara por duas coisas: é extremamente simples e leva morangos! Vai dai, resolvi que era a próxima coisa que ia aparecer à mesa de pequeno-almoço. Não fica doce (enjoativa quase), como a maioria dos doces que se compra no supermercado, o que para mim é uma enorme vantagem e a Miss Caracolinhos até pode comer uma ou duas colheradas à gulosa que eu não refilo.

Basicamente cortam-se os morangos (500 g) , leva-se a lume brando com duas colheres de sopa de açúcar (eu usei amarelo + uma de chá de mel) e quando começar a ficar espesso junta-se as sementes de chia (a receita original dizia duas colheres de sopa mas eu juntei três, gosto do doce mais denso). É mexer durante mais um minuto, tirar do lume, passar pela varinha mágica só um bocadinho e deixar arrefecer. Fica uma delicia. 
Receita original aqui